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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Lágrima

É difícil entender que em noites de pura alegria e paixão a única coisa triste de minha vida salta por minha boca e toma a minha voz.
É uma única tristeza, é a única coisa que me fará chorar em qualquer tempo em que puder expressar o que sinto a esse respeito.
Pois então, num misto de fazer-me conhecer, com o fato de que essa dor precisa vez ou outra sair de meu peito eu falei sobre o meu irmão.

É tão raro eu falar sobre o que me dói verdadeiramente. O mais trivial dos dias se passa na esperança de que as pessoas pensem que o que me entristece sejam os climas frios, as nuvens eternamente cinzas do inverno ou um desapontamento qualquer, mas não!

Eu de fato vivo sempre alegre e feliz, tenho a alegria na alma e isso aprendi com minha mãe, quem me ensinou a amar os livros e a ter sensibilidade e intuição para tudo nesta vida. De fato e com efeito, poucas coisas me tiram a graça de viver, muito poucas mas há uma tristeza que não passa sem ser notada por minha alma. Uma tristeza sim, conjunta com a dor do abandono, da minha incapacidade e desesperança frente a uma fatalidade.

Diante da mesquinhez humana e do julgamento alheio eu apenas me calo e sigo os dias como se não importasse o que levo comigo, como se simplesmente as alegrias dos momentos pudessem semear flores onde há uma pequena ferida na alma.

Mas como disse, vez ou outra, eu lembro e falo desse sofrimento, e muitas vezes me recolho e por vezes me arrependo de ter falado pois quem neste mundo poderia me entender? Neste momento vou a dormir quase sempre na certeza de que os sonhos virão e neles a voz do inconsciente que jamais se cala, onde o tempo não existe e onde os sentimentos são transparentes e vivos, cada vez mais vivos, ali estão todas as coisas que eu amo e as que me ferem.

Neste não lugar não importam minhas negações, as coisas estão tão claras como o dia, embora seja sempre noite e os símbolos saltam evidentes, não posso esconder nada de mim mesma. 

Pois, se no amor e no amante encontrei o espelho para todas as coisas lindas de meu espírito, se durante os dias e noites vi-me refletida em coisas belas e naturezas conhecidas do outro, é certo que em meu irmão vejo tão somente espelhadas a solidão incurável de minha alma, a desolação e o sofrimento familiar que é praticamente impossível de esquecer. As tentativas de melhor entender o que se passa apenas me deixam mais triste, que é quando volto-me novamente para o íntimo de meu ser, em silêncio, sem ter mais nada que fazer sobre isso. 

domingo, 17 de maio de 2015

Dos livros que terminei de ler - Para antes que a gente vire pó - de Ezio Flavio Bazzo

 Presa numa espécie de prisão voluntária (trabalho), em que te dão a ilusão de honra e te pagam uma parcela mínima dos milhões que lucram nas tuas costas, foi assim, que eu li, na cara e coragem este livro. Pois foi com coragem mesmo. Pois ler estas palavras num ambiente de trabalho, é como ter uma arma carregada nas mãos, quando se está com vontade de morrer. Ou ter uma passagem comprada para uma praia maravilhosa, quando se está com os pés loucos para viajar.
 Nos dois casos, você está tentado a fazer algo e precisa das armas. E ela está aí. Neste livro. É um diário de viagens. Mas não é um simples diário, não é um roteiro apenas, é uma explosão de ideias, uma arma para você sair de sua inércia, desse seu mundo idiota onde se meteu, e nunca mais ousou sair, nunca mais ousou mudar nada. O livro é simplesmente perfeito. E não digo isso, simplesmente porque admiro o autor, mas porque já li praticamente todos os seus livros, e este está como que uma poesia que corre seguidamente, fluidamente.
 O livro foi especial para mim, pois sou de origem italiana, meus nonos vem do mesmo lugar de onde fala este autor. E também quase tudo no livro evocava parte de minhas memórias, lá da minha família. Caim e abel, essa historieta banal e simplória, é um arquétipo do odioso relacionamento familiar, onde os irmãos são colocados uns contra os outros, sempre por culpa dos pais. E uma prova de que deus não está nem aí, uma indicação da insanidade maternal e da ausência paterna, outras patologias e do instinto sanguinário de deus e das religiões, que sacrificam animais e pessoas, amam sangue a todo custo, etc, etc.
 O autor foi genial, ao escolher um tema tão citado ao longo da história, mas falar dele muito á sua maneira, ou seja, de uma forma totalmente fora da norma, bem humorada, diferente, sem nenhuma pretensão, e com curiosidades e coisas absolutamente geniais, e junto a tudo isso, impressões de suas viagens, suas voltas pelo mundo e pela vida.
"Sempre acreditei que quem mata uma galinha com uma faca ou dando-lhe quatro nós no pescoço tem condições psíquicas e físicas para matar um bebê e mesmo toda a família, o bairro inteiro sem nenhum tipo de culpabilidade. Não é possível que a criminalidade dos homens contra os animais e ainda nas proporções que conhecemos continue sendo considerada como "normal".  Mais "normal" e mais compreensível até é a chacina que protagonizamos entre nós mesmos, uns contra os outros, já que motivos não faltam, e que tudo indica que existimos, antes de qualquer outra coisa, para aporrinhar, encher o saco e para desgraçar a vida do outro. Não é mesmo?
Mas o animal não, ele não faz parte desse contexto de malignidades, está lá no seu habitat amoral e na sua solidão lutando como qualquer outro para dar conta de seus instintos, manter-se vivo e saciado. Sua existência, ao invés de estressar-nos, nos faz um grande bem, nos facilita a reconciliação e a reparação com uma parte nossa que, por mau caratismo e por uma vaidade vulgar enxotamos de nosso ser.
Ser espantalho!Tanto é que continuamos indo aos safaris e aos zoológicos, essas penitenciárias disfarçadas, só para deleitar-nos com sua coreografia, sua vida impregnada de aventuras diárias, seus dentes e gengivas impecáveis, seu sono, sua saúde e seu apetite voraz, sua capacidade de eleger um penhasco e uma árvore e passar toda sua existência lá, olhando as nuvens e o horizonte, abanando o rabo, açoitando os mosquitos com as orelhas, passeando de madrugada pelos abismos e pelas sombras desta amaldiçoada terra." Ezio Flavio Bazzo

(com este belo texto acima e com todo aquele livro, este escritor fez um pouco de justiça a Caim e talvez a seus descendentes, que queriam um basta a tanto sangue.)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A moral cristã e a solidão das criançinhas

Parece que todos esqueceram ou desconhecem Jesus Cristo quando disse "vinde a mim as criancinhas".
E, especialmente no que se refere ao abuso e violência contra os animais, os mais frágeis estão representados na frase tocante "tive fome e não me deste de comer, tive sede e não me deste de beber".

A moral cristã numa sociedade que se diz laica, tem como consequência o preconceito em todas as esferas, e no final, os mais frágeis é que sofrem. Neste caso, as crianças.
Agora, a bancada religiosa quer mudar o conceito de família, excluindo a possibilidade de adoção para aqueles que não forem "homem e mulher - procriadores".

Tive o respeito e a decência de NÃO colocar nenhuma foto de crianças e de orfanatos aqui nesta postagem. Se você nunca viu um orfanato, nem sabe o que é uma criança, ou milhares delas, sem pai, mãe, nem nada, faça alguma coisa, pois você é um bundão.
O PL 6.583/13, chamado de Estatuto da Família, tramita na Câmara e pretende que a família seja definida estritamente como o "núcleo" formado por homem e mulher.

(Não há nada para se fazer de mais importante no Brasil não é mesmo?)

Ronaldo Fonseca (PROS-DF), relator do PL quer proibir a adoção por casais do mesmo sexo.
O direito de adoção por homossexuais foi reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça em votação unânime em abril de 2010.
Jean Wyllys, deputado federal,  faz uma interessante declaração, que ouvi na Voz do Brasil, em primeira mão aliás, pois a Voz do Brasil que a mídia tenta combater sempre traz coisas que os outros veículos nem publicaram ainda, e que reproduzo aqui: "Esse é um projeto que reconhece apenas como família, aquelas formadas por homem, mulher e filho, desconsiderando os diferentes arranjos familiares que constituem a sociedade brasileira. Ele fere a constituição, o princípio do não preconceito e o da dignidade humana".

Eu e meu marido, não faríamos parte do conceito de família proposto pelo deputado Ronaldo Fonseca, já que somos um casal que não quer ter filhos.


Assista aqui:

Ora, há muito o conceito de família tradicional anda falido, e as pessoas buscam à sua maneira, viver em paz. Tudo o que uma criança precisa é de cuidados e carinho. Precisa de adoção, não de solidão.

O casal que não quer ter filhos é que é o estranho não? O ateu é que é o malvado não?
A sociedade certinha, essa sim, são os que fazem filhos e os abandonam, fisicamente ou psicologicamente.
E depois fazem leis para coibir a adoção.

Creem em tudo o que lhe enfiaram na garganta, nos mesmos livros e nos mesmos dogmas, e pior, acreditam cegamente, e não raro, erroneamente. Seguem distorcendo, à maneira que bem entendem, as leis ao seu critério, por purismo, por fé cega. Mesmo que, para tal, precisem passar por cima de pessoas frágeis.

 É mais confortável ficar a vida inteira repetindo o que diz um livro, um dogma, e tentando convencer os outros de que essa é a única coisa que há para comer, do que pensar em alcançar a lucidez através da leitura e do pensamento.

Tentam empurrar outrem para suas casas, centros e epístolas, enganar por vezes, ludibriar, curar a doce loucura, a amargura dolorosa, porém autêntica, que remediada está.

Estão convictos que o outro também faz parte de seu sistema fechado e maravilhoso de enganação coletiva. Que pode fazer todo o sentido para seu grupo, mas não faz sentido algum para o grupo seguinte, e provoca riso no grupo posterior. E certamente, se existe o tal deus carrasco, deverá lhe provocar isso mesmo: asco.

Pois, francamente, e cá entre nós. Como admitir que mais e mais crianças sigam dormindo em albergues por toda sua vida até serem jogadas na rua, pois viram adultas e o sistema não lhes pode mais sustentar?

Como admitir que uma sociedade lhes fechem o cerco, diminuindo toda e qualquer possibilidade de afeto, só por que há um cu ou uma boceta em jogo, piscando vinte e quatro horas nas mentes de quem promove
leis homofóbicas?

Explicação torta, os tortos sempre as têm. Só que eu não me interesso por opiniões. O que me incomoda é que as crianças paguem o preço da má política focada em interesses para lá de pessoais, com a solidão e o esquecimento.

Como sempre.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Assunto de estudo no momento: a farsa do tradicionalismo gaucho, por Tau Golin

1870-90s carte de visite portrait of two acrobat musicians with violin and horn

Agora estou estudando a verdadeira História. Meu terapeuta me disse que negar a História é o mesmo que negar a família. Acertou na mosca, pois odeio família, aliás, família? Não tenho família. Só aquela que eu construí conscientemente, no presente.
Mas, voltando ao aqui, agora, estou estudando os artigos do jornalista, historiador, Tau Golin.
Ele fala basicamente sobre a farsa do tradicionalismo gaúcho, e que textos!
Um dos artigos que estou lendo, chama-se Hegemonia gauchesca, que compartilho um tantito com vocês, leitores:
"Os tradicionalistas colocaram-se no centro da operação sobre a autenticidade, assumiram os postos de guardiões de um pretenso Rio Grande tradicional, usando artifícios das construções das nações étnicas em uma região mestiça. Ou seja, o Tradicionalismo evidenciou-se como problema contemporâneo, vitorioso na celebração da identidade, construída pela rede societária de CTGs e Piquetes, com um órgão central de orientação, adestramento e controle (MTG), imposição de cartilhas de comportamento e visão sobre o passado, o lugar e o futuro de seus milhares de militantes no mundo. Para vingar, precisou supor que as suas “práticas” decorrem como sucedâneas da história.
Entretanto, todas as suas “verdades” são refutadas pela historiografia, sociologia, antropologia críticas e jornalismo culto."
Que tal papudos?
Esse cara é fera! Sou fã.
E o que mais me atrai neste escritor e estudioso, é o fato de ele destruir esse mito opressor, não só de humanos, mas principalmente de animais. Conforme as leituras forem para este rumo, elas serão refletidas aqui, neste blog.
E, para complementar sua coragem, ainda tem o Manifesto Contra o Tradicionalismo, que está aqui, neste link: http://gauchismos.blogspot.com.br/ É só entrar e assinar. Tem muita gente famosa que já assinou.

Meus assuntos de estudo não giram em torno somente desse tema, Os interesses permanentes são sobre a morte, os costumes do México ligados ao místico, religião e à morte, cemitérios, etc. Não há regularidade, portanto não esperem nada, ou melhor, esperem qualquer coisa...

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Quinta de pizza vegana - Gastronomia de casa

 Aqui em casa o marido cozinha. Eu só sei comer. E cozinho raramente, não gosto muito, ajudo em tudo, claro. A cozinha é feita de muita ajuda sempre, mas no fundo o que eu gosto é de comer e tomar chá. Arrumar a casa é comigo, enfeitar e limpar... mas não espere muito brilho pois quem vem aqui já sabe, que é conforme meus dias...
 A pizza vegana é uma delícia, é fácil de fazer, é barata e os ingredientes variam, a gente pode inventar por que na verdade, o mais difícil mesmo é o queijo vegetal, coisa que nossa amiga Tati está fazendo. Ela faz queijo vegetal e também um requeijão vegano delicioso, que usamos nas pizzas e nas massas também.
 Sem o queijo também pode-se fazer uma maionese vegana, um creme de soja, as opções são tantas, tudo econômico e saboroso. Testando e aprovando sempre. A massa de pizza pronta, vegana, sem traços de origem animal, no super custa menos de 3 pila. Fazendo em casa também é possível.
Essas pizzas deliciosas, fizemos especialmente para nossa amiga Tati que veio aqui em casa depois de muito tempo sem nos visitar... Foi temperada com orégano e eu comprei alguns temperos novos como curry, chimichurri sem pimenta, pois tem muita aqui, e também pimenta síria, e fomos experimentando nas pizzas.
Os cogumelos são para mim! Adoro essas arvorezinhas, casinhas de gnomos, chapeuzinhos encantados...

domingo, 25 de maio de 2014

O irmão e o anjo alto que o levou

Um pequeno objeto encontrado em um museu, me lembrou que tive uma família.
O pai que era um senhor da ausência, a mãe como uma santa e só poderia sofrer.
O irmão dividido em dois:
um anjo alto e distante, incoerente. E ao mesmo tempo pequeno e frágil, dependente.
O qual eu não podia segurar, mas era responsável.
Tudo foi colocado em minhas mãos, como se eu fosse outra mãe.
Ao ver este objeto deslocado do lugar original, em outro tempo, em outro espaço. Lembrei que existiu um fio de ligação. Nada demais para tantos, tudo para se julgar, para muitos.
Mas para mim, difícil. Eu o vi, objeto fantástico, sorri, e não pude deixar de chorar depois.
Ellen Augusta

sábado, 30 de novembro de 2013

Onde manda Satanás não governa um pobre Diabo!

Esse capítulo de Chapolin brinca com a revolução feminina que nessa época estava em transformação em todo o mundo, desde décadas anteriores.... O feminismo já era tema de artigos e pensadoras, mas no México daquela época, assim como no Brasil de hoje, ainda existia um machismo latente e difícil de combater.
A cena mais famosa é a do telefonema ao Dr Zurita, não percam!
Sem muito o que comentar, mas mais o que ver, aí está um episódio que amo muito e assisto muitas vezes. Existem duas versões dele, essa com Carlos Villagrán e outra com Rúben Aguirre, ambos ótimos. Tem mais algumas versões, mas modificadas e não tão engraçadas.

sábado, 2 de novembro de 2013

O vento desgarrado

A música abaixo é a história da minha vida, exceto pela carne gorda e as esporas, a menos que sejam simbólicas...

Meu pai era só trabalho. Passou o tempo, primeiro apanhando dos pais, depois da vida.
Minha mãe começou a trabalhar muito cedo, meu nono era alcoólatra, minha nona, outra santa.

Minha tia acende os palheiros na porta... eu ia brincar com meus primos... amo essa saudade.
Minha outra tia era como eu, a revolta em si mesma! Não teve filhos e eu me via nela. Meu tio um coração gigante. Outros morreram e viraram causos na frente do fogão a lenha.

Mataram a ovelha companheira de minha mãe. Ela ouviu o choro e nunca mais pode comer a carne.
Ficou o lugar, na minha mente o vejo num piscar de olhos, as mesmas montanhas, as serras, os córregos e cachoeiras... a fonte cristalina onde minha outra nona lavava roupa e tirava a água.

Essa é uma pequena homenagem de Finados, a muita gente que, desta história, já não vive mais, e principalmente à minha mãe e meu pai, que sofreram do primeiro ao último dia de sua estada neste inferno.
Ellen Augusta

é claro que eu sou o vento desgarrado...

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A irmandade do passado

Nos braços de uma longa amizade
Um amor de irmão nasceu
O que nunca tive, a família,
o tempo apagou
e esqueceu.
Eu não sabia o que era
Um abraço, uma lágrima.
Eu não sabia que sofria
A falta de uma humana flor.
Hoje o tempo brinda uma família, que é minha.
Insensata voz, a que conhece o grito.
A fala, através do amor, escreve.
A escolha certa, pelas minhas mãos, escolhe.
Sou ainda aquele farol no deserto oceânico
Minha alma sempre foi longe e sombria.
Meu amor sabe disso e mesmo assim me guia.

Uma mãe que é morta
Mesmo assim, é minha.
A saudade vai matando
a lembrança dos dias.
Por que temos que viver a morte?
Por que temos que morrer através dela?
Eu já havia morrido outra época, mas agora doeu mais forte.
A dor da perda é sempre nova, é sempre a mesma.
Mudam apenas os séculos.
Ellen Augusta

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Limpeza espiritual para a chegada do ano novo!

1-Limpe a casa, remova tudo o que não serve mais. Não entulhe a casa de bagulhos.
2-Lembre de outras pessoas, doe artigos, comida e ajude alguém (sempre, não apenas no natal para impressionar a família).
3-Reserve um tempo para refletir sobre como foi o ano (e faça algo hoje mesmo, não espere a segunda feira nem o dia primeiro).
4-Não se alimente de animais e seus derivados. Respeite-os como indivíduos sencientes, ou como gostaria de ser respeitado. Espiritualidade contempla os animais sim! (porco, vaca, galinha e peru, não só cãozinho e gatinho) Se não está preocupado com os animais ou com a espiritualidade, pense na saúde do corpo e do planeta. (e se informe sobre isso).
5-Perfume a casa e sua vida. Ajude nas tarefas domésticas.
6-Não faça coisas só por que as propagandas induzem. Se não gosta de amigo secreto, se não curte família, fique à vontade.
7-Não seja mal educado nos centros comerciais, natal virou sinônimo de gente consumista, mal educada. Com licença e muito obrigada continuam valendo mesmo em dias de promoção e supermercado cheio.
8-Respeite a todos, incluindo a si mesmo. Cuide o que coloca para dentro do seu corpo através da alimentação, bebidas, conversas e companhias.
9-Estenda estas atitudes para o próximo ano. Faça isso todos os dias.
10- Durante o ano, procure fazer o bem. Se estiver triste, deprimido, verá que esta atitude será boa para voce e para o outro. Este outro pode ser um humano, mas pode ser também outros animais.
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