Eu não suporto a luz do Sol, fere meus olhos e queima minha pele, e prefiro-a branca, cada vez mais branca, como se fosse possível que fosse mais. Mas não posso escolher os dias e muitas vezes não há outro remédio que não sair de casa. O trabalho me obriga, e também a vida lá fora me chama, pois a morte é uma tentação, e não pretendo-a todos os dias.
Gosto de fotografar o Sol, nessas imagens, ele já não fica tão lúcido, as sombras ficam mais evidentes. São recursos da câmera para disfarçar a luz e contê-la dentro da fotografia. Eu prefiro os efeitos que ele causa nas sombras.
Quando a luz se projeta sobre as águas, parece que até influenciam no aroma, no movimento, em tudo ao redor. Como qualquer ser que pode usar a visão é assim que conheço as coisas. Mas sem as sombras, a luz apenas seria uma agressão sem sentido, uma queimadura a me ferir.
Uma das coisas mais lindas que já vi, foi o amanhecer na praia. O dia chegando, ainda sendo noite. O desespero do sol sobre a inconstância das ondas... Aquela névoa refrescante da manhã e eu ali, sem saber o que ver primeiro, o que sentir, o que esperar.
Ou então o contrário, a luz que a lua projeta sobre as ondas que vem chegando até a borda.
O olhar solitário da lua sobre o absoluto impenetrável do mar.
Essa sensação é completamente agradável, sem ela jamais poderia saber o que é terra ou o que é oceano, eu amava essa luz. Agora, já não a tenho ou, se terei, não sei. Nunca mais vi o mar.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
O brilho do Sol faz minhas sombras mais belas
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terça-feira, 30 de junho de 2015
As lastimosas pétalas
Mirando ao Sol, as rosas vermelhas
Meus olhos coloridos as tornam roxas e negras flores.
Dorme em mim, envolto como um fantasma em meu esqueleto
Aquele guardião que nunca se afasta.
Nos sonhos suas mãos se entrelaçam às minhas, como se já soubesse.
Chamam para um passado, digo não.
Morta, para a saudade.
Chamam para a morte, digo não, sempre viva.
Afastando-me do afável destino solar. Que Já sabemos.
Até para as rosas que recebo, preciso vê-las fenecerem.
A cada dia que secam, mais lembro do que não cura.
das cores que um dia foram suas
das rosas que um dia foram minhas;
E que para sempre pertencem ao féretro.
Foram eternizadas no meu olhar, quando colorizadas em sangue.
Guardadas para sempre, quando entregues em minhas mãos.
A dor de sempre retorna cinza. Está novamente envolta em nuvens lá fora, não consigo mais nada fazer.
Por que fui nascer, por que fui sonhar com tantas flores, se mal para rosas sei escrever?
Retorno ao mesmo desencanto, ao medo de nunca tentar
Ao mar de prantos flutuar, repleto das rosas, das lástimas e angústias entrelaçadas.
Dos sonhos premonitórios, de espelhos do olhar
Perturbadores reflexos de minha natureza interior.
Ellen Augusta
Meus olhos coloridos as tornam roxas e negras flores.
Dorme em mim, envolto como um fantasma em meu esqueleto
Nos sonhos suas mãos se entrelaçam às minhas, como se já soubesse.
Chamam para um passado, digo não.
Morta, para a saudade.
Chamam para a morte, digo não, sempre viva.
Afastando-me do afável destino solar. Que Já sabemos.
A cada dia que secam, mais lembro do que não cura.
das cores que um dia foram suas
das rosas que um dia foram minhas;
E que para sempre pertencem ao féretro.
Foram eternizadas no meu olhar, quando colorizadas em sangue.
Guardadas para sempre, quando entregues em minhas mãos.
A dor de sempre retorna cinza. Está novamente envolta em nuvens lá fora, não consigo mais nada fazer.
Por que fui nascer, por que fui sonhar com tantas flores, se mal para rosas sei escrever?
Retorno ao mesmo desencanto, ao medo de nunca tentar
Ao mar de prantos flutuar, repleto das rosas, das lástimas e angústias entrelaçadas.
Dos sonhos premonitórios, de espelhos do olhar
Perturbadores reflexos de minha natureza interior.
Ellen Augusta
segunda-feira, 29 de junho de 2015
O que não posso ter dentro de mim
As minhas árvores que estão naquela praça
crescem de um modo estranho em mim
Preciso de um tempo para saber quais foram
quais morreram e quais vivem
e ainda por que dizem tanto ao meu coração.
Uma delas é minha preferida
Seu aspecto lindo me chamou a atenção.
Tem um ar fantasmagórico
À noite se torna branca
em plena escuridão.
Ela não tem nome e eu não preciso saber
Botanicamente sim, eu sei.
Eu estava a andar sem rumo mesmo
Pois o parque possui muitos caminhos
A saudade me levou a tantas sombras, de minha memória botânica
O perfume úmido do lago, me faz lembrar que foi ontem
Que a obscuridade, a luz destas árvores e o calor deste mesmo sol que eu odeio, é o que me trouxe de volta de onde nem mesmo sabia...
Ellen Augusta
crescem de um modo estranho em mim
Preciso de um tempo para saber quais foram
quais morreram e quais vivem
e ainda por que dizem tanto ao meu coração.
Uma delas é minha preferida
Seu aspecto lindo me chamou a atenção.
Tem um ar fantasmagórico
À noite se torna branca
em plena escuridão.
Ela não tem nome e eu não preciso saber
Botanicamente sim, eu sei.
Eu estava a andar sem rumo mesmo
Pois o parque possui muitos caminhos
A saudade me levou a tantas sombras, de minha memória botânica
O perfume úmido do lago, me faz lembrar que foi ontem
Que a obscuridade, a luz destas árvores e o calor deste mesmo sol que eu odeio, é o que me trouxe de volta de onde nem mesmo sabia...
Ellen Augusta
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Ensina-me a Viver - um banho de água fria na pedestre
Chuva gostosa de verão! Eu tomei um banho de chuva, mas ainda estava com a roupa seca.
E depois, as ruas se encheram de água, e os carros passaram molhando a todos quantos puderam.
Estava numa rótula em que era impossível me desvencilhar dos jatos de água de todos os carros.
Todos os veículos correndo, apenas uma mulher reduziu a velocidade, ao me ver toda 'molhadinha'.
Minhas coisas, uns rascunhos de trabalho que até então estavam secos, se reduziram a nada.
Meu celular, que vale menos de dez reais e que nem créditos tem, nem se molhou.
Enquanto eu me molhava, cantava uma música que tocava em meu mp3.
Escrevo isso, apenas por ironia. Pois estou me lixando para motoristas. Estou pouco me importando para esses bundões, cujo único momento de prazer consiste em dar uma molhadinha em alguém, em dia de chuva.
Esses otários presos a carrões grandes demais para seus corpos pequenos e suas mentes estreitas.
Juro que sinto pena quando um carro passa, molha uma pessoa e ainda buzina.
Sinto asco, quando um motorista cruza o sinal verde, violando o direito dos outros, de quem tem a vez de passar.
Eles, estão presos dentro de um carro, caro, cheio de impostos e imposturas. Eu, estou livre. Caminho até minha casa, tomo um banho de água fria (não sou doida de tomar banho quente com esse calor), estou pronta para escrever e trabalhar. Vou recuperar os rascunhos de meu trabalho perdido lá, na chuva. A chuva apenas limpa. A água da rua, apenas é mais um motivo, para um agradável banho.
E quando um idiota cruza o sinal verde, nunca perco a oportunidade de gritar bem alto, fazer um humilde escândalo. Os outros pedestres, porque foram ensinados a abaixarem a cabeça, olham para mim, em vez de fazerem o mesmo.
O resignado, sempre acha que o outro, o que tem coragem de falar, é o agressivo. E silencia diante da verdadeira agressividade. É portanto um completo covarde, porque compactua. Silencia, quando deveria falar. E repete sempre os mesmos preconceitos, quando deveria calar a boca.
Eu, não tenho carro, não tenho bicicleta. E não pretendo ter nada disso. Sou pedestre por convicção.
Escolhi um estilo de vida frugal, para não ter que depender de parafernálias, estereótipos, impostos, sistemas. Mas sei que estou dentro de tudo isso. Não nasci ontem.
E fico puta quando um pedestre fica plantado do outro lado da rua e não aperta o BOTÃO para fechar o sinal de passagem. Isso é coisa de brasileiro terceiromundista que não aprendeu a ser solidário e respeitar as regras de trânsito.
Essa cidade, Porto Alegre, tem um carro para cada dois moradores. Eles andam pelas ruas, cometendo torpezas, como se não soubessem dirigir.
Os cus-sentados, como chamou dois pensadores (Pascal Bruckner e Alain Finkielkraut) resgatados por Ezio Flavio Bazzo em seu livro Mendigos - Párias ou Heróis da Cultura, criam calos nas nádegas. Andam de carro o dia inteiro, saem dali para a frente da TV ou o outro apetrecho da vez. Estão sempre com a bunda sentada em algum lugar.
Eu prefiro andar a pé.
Quando eu digitei a palavra carro no meu site de busca, que não é do Brasil, pois não sou louca de confiar somente nos noticiários e sites do país, o que mais aparecia eram anúncios de venda desse "bem" de consumo. Esse é o ''sonho'' de consumo de qualquer brasileiro, que sonha em se meter dentro dessa lancha e se trancar a porta. Depois sair por aí buzinando e se estressando com todo o mundo.
E depois, as ruas se encheram de água, e os carros passaram molhando a todos quantos puderam.
Estava numa rótula em que era impossível me desvencilhar dos jatos de água de todos os carros.
Todos os veículos correndo, apenas uma mulher reduziu a velocidade, ao me ver toda 'molhadinha'.
Minhas coisas, uns rascunhos de trabalho que até então estavam secos, se reduziram a nada.
Meu celular, que vale menos de dez reais e que nem créditos tem, nem se molhou.
Enquanto eu me molhava, cantava uma música que tocava em meu mp3.
Escrevo isso, apenas por ironia. Pois estou me lixando para motoristas. Estou pouco me importando para esses bundões, cujo único momento de prazer consiste em dar uma molhadinha em alguém, em dia de chuva.
Esses otários presos a carrões grandes demais para seus corpos pequenos e suas mentes estreitas.
Juro que sinto pena quando um carro passa, molha uma pessoa e ainda buzina.
Sinto asco, quando um motorista cruza o sinal verde, violando o direito dos outros, de quem tem a vez de passar.
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| Carro? Só se for como Maude fazia, pegava emprestado e devolvia, no filme Harold and Maude, mas aí é pedir demais. ;) |
E quando um idiota cruza o sinal verde, nunca perco a oportunidade de gritar bem alto, fazer um humilde escândalo. Os outros pedestres, porque foram ensinados a abaixarem a cabeça, olham para mim, em vez de fazerem o mesmo.
O resignado, sempre acha que o outro, o que tem coragem de falar, é o agressivo. E silencia diante da verdadeira agressividade. É portanto um completo covarde, porque compactua. Silencia, quando deveria falar. E repete sempre os mesmos preconceitos, quando deveria calar a boca.
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| Filme Harold and Maude (Ensina-me a Viver) |
Eu, não tenho carro, não tenho bicicleta. E não pretendo ter nada disso. Sou pedestre por convicção.
Escolhi um estilo de vida frugal, para não ter que depender de parafernálias, estereótipos, impostos, sistemas. Mas sei que estou dentro de tudo isso. Não nasci ontem.
E fico puta quando um pedestre fica plantado do outro lado da rua e não aperta o BOTÃO para fechar o sinal de passagem. Isso é coisa de brasileiro terceiromundista que não aprendeu a ser solidário e respeitar as regras de trânsito.
Essa cidade, Porto Alegre, tem um carro para cada dois moradores. Eles andam pelas ruas, cometendo torpezas, como se não soubessem dirigir.
Os cus-sentados, como chamou dois pensadores (Pascal Bruckner e Alain Finkielkraut) resgatados por Ezio Flavio Bazzo em seu livro Mendigos - Párias ou Heróis da Cultura, criam calos nas nádegas. Andam de carro o dia inteiro, saem dali para a frente da TV ou o outro apetrecho da vez. Estão sempre com a bunda sentada em algum lugar.
Eu prefiro andar a pé.
Quando eu digitei a palavra carro no meu site de busca, que não é do Brasil, pois não sou louca de confiar somente nos noticiários e sites do país, o que mais aparecia eram anúncios de venda desse "bem" de consumo. Esse é o ''sonho'' de consumo de qualquer brasileiro, que sonha em se meter dentro dessa lancha e se trancar a porta. Depois sair por aí buzinando e se estressando com todo o mundo.
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| Filme Harold and Maude (Ensina-me a Viver) |
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Madrugada de chuva, tormenta de aviões
Uma saudade do tempo, foi o que sonhei. As portas estavam abertas, a chuva entrava com todas as coisas do céu. Eu tentava fechar tudo. Mas o que são meus braços contra o céu e seus aviões.
O anjo do passado, que tanto ensinava sobre a amizade passou por mim, mas já não podia falar-lhe.
E há coisas ainda por arrumar. Há sempre alguém a quem telefonar.
O irmão é tão pequeno e frágil. Que eu poderia levar nas mãos. Um anjo tão alto o carrega ao lado, pois são a mesma coisa, afinal.
Um sonho, assim como a poesia, não há como entender. Nem quem sonha, nem quem escreve, menos ainda quem lê, pode imaginar o que se passa no interior das palavras. Dentro de nossos olhares.
O anjo alto passa por mim em silêncio e sabe-se que nunca mais irá falar.
Há algo que precisa me encontrar, mas não sei se irei.
Você já sonhou com o tempo e acordou com o mesmo céu? Aquele céu obscuro e nublado, e mesmo assim amou o que viu? Pois é a saudade do passado, que mesmo triste, é a sua história.
São pessoas que, embora ainda vivas, estão mortas. São lugares que, embora existam, estão mudados.
E sabe-se lá por que vivem desta forma em você. Ellen Augusta
O anjo do passado, que tanto ensinava sobre a amizade passou por mim, mas já não podia falar-lhe.
E há coisas ainda por arrumar. Há sempre alguém a quem telefonar.
Um sonho, assim como a poesia, não há como entender. Nem quem sonha, nem quem escreve, menos ainda quem lê, pode imaginar o que se passa no interior das palavras. Dentro de nossos olhares.
O anjo alto passa por mim em silêncio e sabe-se que nunca mais irá falar.
Há algo que precisa me encontrar, mas não sei se irei.
Você já sonhou com o tempo e acordou com o mesmo céu? Aquele céu obscuro e nublado, e mesmo assim amou o que viu? Pois é a saudade do passado, que mesmo triste, é a sua história.
São pessoas que, embora ainda vivas, estão mortas. São lugares que, embora existam, estão mudados.
E sabe-se lá por que vivem desta forma em você. Ellen Augusta
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Chuva de Sol - quem ainda duvida do aquecimento?
Hoje saí com meu guarda chuva de gatinho no sol escaldante da cidade.
Com a greve de ônibus, que apóio totalmente, estou indo trabalhar a pé e temos que ir assim, de boné, protetor solar, água e meus óculos polarizados que protegem meus olhos dos raios solares e evitam
cataratas e outros problemas de visão no futuro...
Siiiim, prefiro ser assim agora do que sofrer depois, enquanto todo mundo 'parece' (só parece) desencanado agora, mas vai estar cheio de problemas depois. Em breve farei uma postagem sobre o ser e parecer.
E é super divertido. Já encontrei adeptos na rua. Uma menina me disse super animada que ia copiar a ideia, outra sorriu para mim, pois estava igual, com sombrinha... Outra passou toda séria com o seu, pois fingiu que não me viu... noooossa como somos importantes.... hahahahahaha.
O aquecimento global, no fim foi um termo bastante usado, mas nem sempre correto, o melhor seríamos usar mudanças climáticas, pois mesmo com o aquecimento da terra leve ou moderado, 'natural' ou provocado pelo ser humano (o humano também é natural pois é parte da natureza, mesmo sendo uma 'anomalia'), o que importa mesmo são as mudanças climáticas. Essas são as que afetam todas as partes do globo. O aquecimento da Terra é um tema antigo. Por isso os reaças se grudaram nisso e seguem dizendo que não existe, pois nunca leram uma linha a mais sobre isso.
Gostaria de dizer para essa gente que não crê no aquecimento global (como se precisasse crer) que se junte com os que 'amam' o Verão, mas não largam o ar condicionado, e sente na rua, no asfalto. Deixe o carro em casa. Fiquem lá, afirmando que não existe nada do que os fatos apontam e depois volte a pé.
A relação do aquecimento da Terra com a emissão de gases poluentes que a espécie humana vem jogando pelos ares, mares e terra, sobretudo na indústria chamada pecuária e na fazendinha da vovó, não tem nome, é algo gigante e pesado. Mas as anomalias seguem silenciosamente. Através do esterco, do chorume e do curtume. Toda essa merda acontece em nome de usar animais para fins humanos.
Segundo o OMM, Organização Meteorológica Mundial, 2005 e 2010 foram os anos mais quentes das últimas décadas. 2013 foi um ano quente, mas foi considerado neutro, pois não teve influência de La Niña nem de El Niño, que seriam, estes sim, fenômenos 'naturais', para o prazer de quem fica buscando palitinhos do que é natural ou não... Que bobagem... vamos morrer de calor, será deus, o diabo ou o Elvis quem virá nos buscar.... Importa mesmo???? Ou você quer ter sua vidinha medíocre sem ter sua consciência afetada e assim poder ter seu poder de compra e venda, lucros e moeda de troca inalterados? Tudo isso está em jogo e até mesmo o estômago e as entranhas mandam no cérebro de muita gente aí que pensa que tem opinião.
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE9A502K20131106
A fonte usada neste blog ouvi hoje na rádio LBV AM 1300. O link é para consulta, mas pode-se usar o Google que tem muito mais...
Com a greve de ônibus, que apóio totalmente, estou indo trabalhar a pé e temos que ir assim, de boné, protetor solar, água e meus óculos polarizados que protegem meus olhos dos raios solares e evitam
cataratas e outros problemas de visão no futuro...
E é super divertido. Já encontrei adeptos na rua. Uma menina me disse super animada que ia copiar a ideia, outra sorriu para mim, pois estava igual, com sombrinha... Outra passou toda séria com o seu, pois fingiu que não me viu... noooossa como somos importantes.... hahahahahaha.
O aquecimento global, no fim foi um termo bastante usado, mas nem sempre correto, o melhor seríamos usar mudanças climáticas, pois mesmo com o aquecimento da terra leve ou moderado, 'natural' ou provocado pelo ser humano (o humano também é natural pois é parte da natureza, mesmo sendo uma 'anomalia'), o que importa mesmo são as mudanças climáticas. Essas são as que afetam todas as partes do globo. O aquecimento da Terra é um tema antigo. Por isso os reaças se grudaram nisso e seguem dizendo que não existe, pois nunca leram uma linha a mais sobre isso.
Gostaria de dizer para essa gente que não crê no aquecimento global (como se precisasse crer) que se junte com os que 'amam' o Verão, mas não largam o ar condicionado, e sente na rua, no asfalto. Deixe o carro em casa. Fiquem lá, afirmando que não existe nada do que os fatos apontam e depois volte a pé.
A relação do aquecimento da Terra com a emissão de gases poluentes que a espécie humana vem jogando pelos ares, mares e terra, sobretudo na indústria chamada pecuária e na fazendinha da vovó, não tem nome, é algo gigante e pesado. Mas as anomalias seguem silenciosamente. Através do esterco, do chorume e do curtume. Toda essa merda acontece em nome de usar animais para fins humanos.
Segundo o OMM, Organização Meteorológica Mundial, 2005 e 2010 foram os anos mais quentes das últimas décadas. 2013 foi um ano quente, mas foi considerado neutro, pois não teve influência de La Niña nem de El Niño, que seriam, estes sim, fenômenos 'naturais', para o prazer de quem fica buscando palitinhos do que é natural ou não... Que bobagem... vamos morrer de calor, será deus, o diabo ou o Elvis quem virá nos buscar.... Importa mesmo???? Ou você quer ter sua vidinha medíocre sem ter sua consciência afetada e assim poder ter seu poder de compra e venda, lucros e moeda de troca inalterados? Tudo isso está em jogo e até mesmo o estômago e as entranhas mandam no cérebro de muita gente aí que pensa que tem opinião.
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE9A502K20131106
A fonte usada neste blog ouvi hoje na rádio LBV AM 1300. O link é para consulta, mas pode-se usar o Google que tem muito mais...
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Sapientium perpetua amicitia
Para Fabiana Pavanello
O brilho das águas parecem seus olhos
O mar que outrora me raptara
hoje me liberta.
Nossos olhos se encontram
e o Sol brilha mais forte.
O passado foi duro,
mas em meu coração
sempre guardei seu nome.
Fui triste como um peixe perdido
mas sempre soube.
Que a luz distante era um guia
Lamentante vácuo
do tempo
esses dias que morreram
e jamais voltam.
O presente se faz mais importante.
Eu prometo viver
E só isso posso prometer.
Fazer o bem como bem posso.
Vamos ser amigas,
tomar chimarrão,
há coisas tão pequenas na vida
por que tudo é tão simples mesmo.
Ellen Augusta
O brilho das águas parecem seus olhos
O mar que outrora me raptara
hoje me liberta.
Nossos olhos se encontram
e o Sol brilha mais forte.
O passado foi duro,
mas em meu coração
sempre guardei seu nome.
Fui triste como um peixe perdido
mas sempre soube.
Que a luz distante era um guia
Lamentante vácuo
do tempo
esses dias que morreram
e jamais voltam.
O presente se faz mais importante.
Eu prometo viver
E só isso posso prometer.
Fazer o bem como bem posso.
Vamos ser amigas,
tomar chimarrão,
há coisas tão pequenas na vida
por que tudo é tão simples mesmo.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Sol de Janeiro: vintage e não testa em animais
![]() | |
| Recebi esta caixinha com amostras da linha solar Sol de Janeiro. Escrevi para eles e foram super atenciosos. |
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| O livreto tem toda a linha, em embalagens vintage, muito lindas e perfumadas. A linha toda é vendida na farmácia Panvel. |
A empresa garante: 'testado em gatas & ratos de praia'. A marca valoriza o Brasil e o Rio de Janeiro, isso eu também acho muito legal.
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