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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Minha pata de vaquinha


Estas sapatilhas lindas eu ganhei de aniversário da minha amiga. São formosas, quase dá pena de usar. Mas uso, experimento, não dá para tudo guardar! Já me basta os tantos medos que me guardam....
 Pois depois de ter perdido meio mundo de fotografias digitais, encontrei estas, que já estavam ali, prontinhas para quem sabe serem postadas, ou não, neste blog. Eram apenas ensaios, depois da noite do meu aniversário;.
Uma noite em que chamei meus amigos, para comemorar um dia.
 E é uma sapatilha em forma de meia, com um solado de borracha, super confortável. Só pode usar em casa, e sentir o chão, sem aquela coisa chata de andar de sapato ou chinelo em casa.

Sapato, só se for um bem alto para sensualizar... ;) Aí eu uso mesmo, bota, sandália e sapato dos mais lindos, mas tenho um de cada e só. E uma sandália alta transparente linda que não me desfaço jamais.
Por que eu adoro tênis para o dia à dia, e em casa, no Verão, costumo andar de pés descalços, não gosto dessa coisa de entrar com calçados da rua dentro de casa. E todo mundo sabe que é por causa dos gatos. Meus amados que nada tem a ver com as coisas da rua. Mas também é por causa da sujeira que entra pela casa toda. Tem gente que, se deixar sobe até em cima da cama com calçado... mas cada um com suas manias...
Eu adoro pés, tem homens que tem fetiche por pés. Eu não tenho é paciência para ir a salão de beleza fazer as unhas e tal. Mas às vezes é preciso para que fiquem bonitos.
Uma coisa que não tenho mesmo é neura com sapatos. Tem muita mulher que coleciona. Eu descoleciono, quanto menos melhor, aliás, minhas botinas, botas e outras coisas, quando me tornei vegana, foram para brechó beneficentes para animais. E depois disso nunca mais.

Só se um dia eu desobedecer, e encontrar algo vegano.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Calçados sintéticos - aprenda o que é e onde encontrar

 No centro da cidade é comum encontrarmos lojas populares com sapatos baratos e sintéticos. A definição de sapato sintético para os veganos significa sapato que não é de couro: ou seja, o sapato sintético pode ser, portanto, de tecido, de lona, de juta, de maconha, de qualquer coisa que não seja couro, ou qualquer coisa que não seja de origem animal!
 Pois tem natureba que pira com a palavra sintético. Chamamos sintético aquilo que não seja de origem animal, pra facilitar.
 No centro da cidade, assim como em qualquer lugar, na real, há um monte de opções veganas em se tratando do que colocar nos pés. É só abrir bem os olhos e ter também boca, dedos bem sensíveis e ágeis, para sentir o que é couro, o que é imitação de couro, pois hoje até mesmo tecidos imitam o couro. E não tem nenhum problema imitar. O problema é ser.
Existem sapatos de pelica, que é o couro de cabra, existem diversos tipo de couro, existem sapatos de recouro, que é o couro vagabundo, mistura de restos de couro barato. A lenda de que o couro é sempre caro é apenas lenda. Nunca caia em conversa de vendedor. Acho que não precisaria dizer isso...
 As fotos são de lojinhas de shoppings do centro da cidade. Ali tem sapatos de couro, claro. Mas a maior parte dos materiais são de outras origens. São mais baratos e são igualmente macios e duráveis. Essa história de que o couro dura mais é papo furado. Até por que tem muita gente consumista que usa o mesmo argumento e troca de sapato ano após ano... Não me convence nada esse papinho de durabilidade. Eu cuido de minhas coisas e meus sintéticos doei todos para brechós quando comprei tênis, estavam em ótimas condições. Aliás, eu só uso tênis, e todos os meus são sintéticos com 80% de tecido e o restante de outros materiais. Duram muito e eu cuido deles. Tenho mais de um, obviamente. Porque se o cara só tem um sapato, aí não pode reclamar se estragar.

Caminho bastante e invisto em tênis profissional e até hoje sempre encontrei sintéticos de ótima qualidade, pois me preocupo com a saúde de meus pés e pernas e coluna. E, se você já é adulto e ainda não sabe, caia na real, não é o couro que salva teus pés.
Fiz questão de mostrar lojas bem populares, para os chatos que dizem que ser vegano é caro. Mas existem lojas mais caras, produtos mais elegantes e chiques, basta saber escolher e pesquisar. Nada que o vegano, já acostumado a ler rótulos e a pesquisar bastante não esteja bem acostumado a fazer. Para meus bons leitores, a dica é comprar materiais como o plástico macio, o tecido que imita o couro, a lona, existem vários materiais. Alguns são tão de ótima qualidade, que jamais passam por 'sintético', dentro daquele preconceito do "não é de couro" que as pessoas têm.
 Algumas marcas são já conhecidas por não fabricarem nada com couro. Outras são conhecidas e clássicas por usarem somente couro. Então saiba disso. Pois tem gente que se acha bem vegano e está com um sapato que todo mundo sabe que é "Couro Legítimo" carimbado no fundo do solado. Esses clássicos são famosos, não pague esse Mico.
 Existem também o couro vegetal, que é vegetal, claro. É mais raro de encontrar, mas existe. Eu tenho uma jaqueta assim. Ela está na foto de abertura de meu blog. Parece de couro, mas não é.
E, convido a que todos leiam meu artigo: Cara de qual carne? que aborda a paranoia de não usar alguma coisa que imite o couro, por exemplo. Ele pode ser lido aqui: http://desobedienciavegana.blogspot.com.br/2014/09/cara-de-qual-carne.html
 Para homens há bastante opções, apesar de às vezes haver pouca numeração. Olha, fico indignada porque neste campo só se pensa nas mulheres. Elas é que gastam um olho da cara nessas futilidades, sabemos. Mas o homem também precisa caminhar e precisa de conforto. Um sapato que não seja caro, ou que seja caro e sintético, ou que seja barato e sintético... oh, como é chato procurar. Mas a gente vai pesquisando.
Uma das marcas que só fabrica calçados sintéticos, também é especializada em calçados bastante confortáveis e tecnológicos, tudo para conforto dos pés. E alguma dessas marcas está investindo em calçados masculinos.
 O mais absurdo do setor de calçados para homens, é ver que o homem tem um pezão, mas o que se encontra na maioria das lojas, é um sapato com a forma estreita de uma maneira absurdamente ridícula. Como se o sujeito tivesse um pé fininho e comprido... Meu marido pergunta indignado e, com toda a razão: Qual é o sujeito que tem esse tipo de pé? Sinceramente eu nunca vi...
Existem muitas opções de calçados veganos. Para homens, mulheres e crianças. Sempre existiu. Quando alguém era pobre, não usava couro. Há sites e lojas especializadas em roupas e calçados veganos. Mas há, e é muito mais comum, lojas com produtos sintéticos em qualquer lugar. Saiba encontrá-los.
E, lembrando: essa coisa do "usar couro até acabar" não está com nada. Você segue passando uma mensagem dúbia e incoerente. Diz para as pessoas que é vegano, mas segue usando coisas de couro. É muito feio. Fora que eu acho as coisas de couro fedidas e de mau gosto.
Se você não compactua mais com a indústria do curtume e da crueldade, passe adiante essas tralhas. Num brechó pelos animais por exemplo, esses materiais, de couro, serão passados adiante a preços módicos. Será uma peça a menos que alguém comprará no comércio formal. "Ah, mas a pessoa usará a peça de couro?" Claro que sim, mas ela não é vegana, você sim. Ela está sendo coerente com ela mesma. Você também. E, no dia em que todos sejam veganos, essas coisas deixarão de existir, devido nossa atitude de não sair por aí com mensagens incoerentes. Não use couro verdadeiro em hipótese alguma. Se foi sua bizavó que lhe deu a anos atrás, agradeça de coração e entregue à caridade. E comunique a todos a decisão de que não usará mais artefatos (penas, peles, ossos) de origem animal.
São mais nobres e duradouras as consequências do desapego do que você imagina.
Passe adiante todas as coisas, objetos que não combinam mais com as escolhas que você fez para sua vida. Ajude brechós de caridade. Procure consumir menos e verá que ser vegano é muito fácil e tranquilo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Almada de Lisboa

Quando meus pés estiverem sinuosos
para entrar em outros calçados.
Quando finalmente a cidade antiga puder me receber, pois anônima sou, como és...
As calçadas da Almada portuária.
Portugal
Me conservo como as pedras daquele farol.
Vou me deixando morrer enquanto há vida. Esperando algo de que já sei e busco.
O não lugar, porque não irei. Ele está dentro de mim. Caminho até seus cantos.
A cada dia que findo, se vai a existência, ao redor um banho de lágrimas.
É o mar, para quem o ama. Olhos molhados de sofrido ondular.
O santuário me espera, as construções semeadas de histórias, são fotografadas pelos meus olhos.
Capela de Ossos de Evora "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos" 
Ellen Augusta

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A luz mais alta

Não consigo esquecer
A luz azul na noite escura
O farol a brilhar no oceano
Em meio a pedras e ondas brutais
É como minha alma em prantos
A solidão como a companheira [interior]
A luz que vela a escuridão
E sinaliza que em algum lugar
Pode existir vida
Um barco perdido
Uma canção soprada
Os ventos nas vagas
A força da dor

O sonho:

Eu quis proteger-te
Mas nunca consegui
Joguei-me contigo
Mas fiquei aqui

O quarto sofrido
Os sapatos inseguros
A ausência de amizade

A prova de História / O seu olhar encantador
A marca da tristeza
de nunca poder sair

Retorno encantadamente
aos meus vestidos e sapatos
ao abraço eterno do amigo
ao canto escuro de mim.
Ellen Augusta


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Desobrigando-se do salto alto

Neste feriado fomos comprar tênis. Sim, comprei mais um tênis para caminhada da Reebok que é totalmente sintético e considero o melhor tênis do mundo para caminhar (e até para correr). Já tinha um preto com branco e hoje comprei um roxo com verde berilo (na sola), maravilhoso. Tem amortecedores fofos que mais parecem bolas e parece que estamos a caminhar sobre um balão, só quem experimenta sabe.
 Meu estilo de vida permite que eu use tênis e chinelo, mesmo em coisas mais 'sociais' e me desobriguei de eventos em que o sapato social é fundamental. Que bom.

Nada contra um salto alto, mantenho um para o caso de um dia querer usar. E também uma ou outra sandália de salto super alto que gosto e são confortáveis. Fiz um saco bem grande e vou doar diversos sapatos que não uso mais para brechós beneficentes e para o Mensageiro da Caridade.

Mas o problema é que antes de usar tênis eu não sabia o que era conforto. Usava sapatos pela beleza e nunca me dei conta de que meus pés fazem parte de mim e de minha saúde.

Pois quando experimentei meu tênis de corrida amarelo pela primeira vez senti o que é ter conforto nos pés. E a partir disso comecei a buscar o conforto acima de tudo, mesmo nos sapatos de salto alto.

Aboli o bico fino, pois danifica meus pés. Plataforma só se for estável, pois está cheio de sapatos por aí que não são nada estáveis e colocam em risco a elegância e a mobilidade da mulher.
Ellen Augusta 
A caixa virou brinquedo




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Dicas de make pós carnaval


Achei alguns pincéis na Panvel, com cerdas de nylon e cabo de madeira. O preço é interessante.
Eu não uso pincéis, mas comprei este para lábios, para usar em um batom que está no final, usando-o até o fim.

 Ele já vem com esta cor, que achei super bonito. Aqui já mostro meu esmalte para o carnaval, o das mãos é um pink com brilho.
 E o dos pés é um vermelho coral com brilho, achei este muito mais bonito.


Estes sais de banho ganhei da sogra e são feitos numa farmácia da Serra. São muito perfumados.
E também este aromatizante de ambientes, de alecrim.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Moda: use o que você tem! Sapatos veganos

 Sapatos veganos? Não, não são de outro planeta, encontramos em qualquer lugar! São sapatos isentos de pele de animais como o couro de vaca, de porco, etc. São super comuns de encontrar e mais baratos. Depende da marca, algumas marcas são caras por conta do conforto, como a Piccadilly. A marca não faz propaganda de que é vegana e provavelmente não conhece esse filão de mercado, mas o fato é que seus produtos não são de couro e sim de materiais sintéticos reciclados e super macios, característica da marca.
 Esses são sapatos da marca Beira Rio, super macios e bonitos, já gastos por dentro, do uso, mas por fora super conservados. O de bico redondo uso para noite pois tem um salto super alto.
 Esses dois são da Piccadilly, confesso que depois que experimentei, não imagino como pude viver sem esse conforto.

 O Beira Rio de salto alto...

 Os da Piccadilly super conforto...
 Melissa, já tive muitas mas vendi todas elas, novas ou nem usadas. A última que ganhei da sogra era linda, mas machucou meu pé e acabei vendendo para uma fã colecionadora de Melissas. Hoje tenho alguns chinelinhos e tamancos da Melissa.
 Sandália de brechó.
 Essa é linda, apesar de muito alta, é super confortável e dá uma boa estabilidade no pé. Garimpei no brechó Duas Mãos Quatro Patas, com ajuda do marido que as viu...
 Alpargatas, alguém conhece? De origem uruguaia (embora haja gaúcho que pensa que alpargatas é gaúcha). Esta foi comprada numa cidade de cultura italiana, na Serra Gaúcha.
 É um tipo de calçado feito em corda e tecido, super macio e diferente. Uso em várias ocasiões, para passeios, em casa, até para sair dependendo do lugar.
 A origem: Uruguai.
 Reparem como é macia, o solado é de corda.
 Esse é sintético como todos os meus sapatos, a marca está com uma grande linha de sintéticos.
Ele está a procura de um sapato social sintético, é mais difícil de encontrar por causa da combinação entre o número, forma do pé e que seja sintético... nem sempre se acha. Ao chegar em casa deixamos nossos sapatos aí embaixo. Nunca usamos sapatos em casa, evita doenças para os gatos e também para nós.
 Agora a chinelagem: esse é o de usar dentro de casa.
 Esse é o de usar na rua, para meus trabalhos na rua. Está secando, pois acabei de lavar.


Enfim, é fácil usar calçados veganos, basta procurar, perguntar aos vendedores. Muitos vendedores, sem nenhuma prática de saber vender, já vão logo mentindo que o material é de couro, ou nem te dão atenção e vão lá pegar os de couro, pois na cabeça deles todas as pessoas só querem esse material. Mas a realidade está mudando.
Reconheça o calçado de couro: cheiro de curtume, ou seja, carne morta misturada com produtos fortes para conservar o couro. Nas costuras internas se vê as ranhuras, pelinhos da pele de vaca/ou de outro animal. Quando é um sapato usado, no caso do brechó, pode queimar um pedacinho interno, se não queimar é couro. Se queimar é sintético, mas com a prática você não precisa mais fazer essas esquisitices...
Hoje os sapatos sintéticos tendem a imitar o couro por isso possuem até as imperfeições da pele animal, mas confirme sempre com o vendedor e se ele não souber, troque de loja.
Você pode dar uma lida na caixa do produto, pode escrever para as marcas, não se acanhe: se você se preocupa com isso, é um consumidor consciente.
Vá treinando, não é chato, ao contrário, é um prazer fazer algo para você e para os animais. Investir em uma peça consciente é investir em si mesmo além do físico, além das pseudo tendências que insistem em nos enfiar pela boca.
Já tive calçados muito mais bonitos, ou mais feios, mas os que tenho hoje são os melhores pois foram escolhas conscientes.
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