É uma morte mínima, uma desolação, é como se o outro estivesse morto, e a minha vontade também. Correr contra esse sentimento, lutar por preservar o pouco que sobrou. É o que a razão ordena, mas por onde começo essa limpeza?
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domingo, 20 de maio de 2018
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Sombras do dia
Onde clica pra aparecer a vontade?
De sair de casa, de comer, de me maquiar como eu gosto.
Com essa dor (hj é física) só quero ficar quieta.
Mas, terei que sair porque preciso: trabalhar, pagar contas, comprar comida, lembrar que tenho que dar satisfação à Vida, do porquê estou, ainda, aqui,
se é a morte a quem tanto desejo.
A casa escura, acordo no quarto, minha vida é este rio pesado, onde passa um trem por cima, estremecendo tudo, fazendo esse ruído assustador. E estou sempre com um fantasma ao lado, desta vez, ela sabia para onde íamos.
E mãos lindas, perfeitas, me impedem de ver, eu caio em outro sonho, e apesar de ser triste, é um alento perdido. É um nunca mais.
Acordo cedo, ainda é começo de noite e vou fazer um café. Volto correndo para as palavras, elas fixam o sonho, elas definem o que eu sinto, antes que tudo simplesmente vire ar. Meu coração não guarda mais nada, ele é vazio, como aquelas casas no domingo.
Ele é triste como o lugar onde eu morei.
Então elas me socorrem, guardam os significados mais sutis, só eu mesmo irei entender.
Há um sentimento, uma admiração, algo tão infantil quanto inútil, não posso fazer nada, ele nem sabe que eu existo. E se souber, não pode imaginar o que nem mesmo sei e é tão poético.
São as pessoas, são o mundo. Elas são todas iguais. Um mar de lama de coisas previsíveis. Eu, ingênua, ainda espero alguém que me surpreenda, ainda espero algo que se destaque, que brilhe quando passar por mim.
É a geração Face, é a geração fake, respostas rápidas, silêncios entre tantos contatos e decepções.
E a noite é linda, chove a todo instante, eu não sei pra onde vou. No fundo eu sempre procuro a mesma coisa, dar um fim a esta angústia, a esse nada que me invade às vezes.
De sair de casa, de comer, de me maquiar como eu gosto.
Com essa dor (hj é física) só quero ficar quieta.
Mas, terei que sair porque preciso: trabalhar, pagar contas, comprar comida, lembrar que tenho que dar satisfação à Vida, do porquê estou, ainda, aqui,
se é a morte a quem tanto desejo.
A casa escura, acordo no quarto, minha vida é este rio pesado, onde passa um trem por cima, estremecendo tudo, fazendo esse ruído assustador. E estou sempre com um fantasma ao lado, desta vez, ela sabia para onde íamos.
E mãos lindas, perfeitas, me impedem de ver, eu caio em outro sonho, e apesar de ser triste, é um alento perdido. É um nunca mais.
Acordo cedo, ainda é começo de noite e vou fazer um café. Volto correndo para as palavras, elas fixam o sonho, elas definem o que eu sinto, antes que tudo simplesmente vire ar. Meu coração não guarda mais nada, ele é vazio, como aquelas casas no domingo.
Ele é triste como o lugar onde eu morei.
Então elas me socorrem, guardam os significados mais sutis, só eu mesmo irei entender.
Há um sentimento, uma admiração, algo tão infantil quanto inútil, não posso fazer nada, ele nem sabe que eu existo. E se souber, não pode imaginar o que nem mesmo sei e é tão poético.
São as pessoas, são o mundo. Elas são todas iguais. Um mar de lama de coisas previsíveis. Eu, ingênua, ainda espero alguém que me surpreenda, ainda espero algo que se destaque, que brilhe quando passar por mim.
É a geração Face, é a geração fake, respostas rápidas, silêncios entre tantos contatos e decepções.
E a noite é linda, chove a todo instante, eu não sei pra onde vou. No fundo eu sempre procuro a mesma coisa, dar um fim a esta angústia, a esse nada que me invade às vezes.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
O meu tempo é de madrugada
Escrever de madrugada, é encontrar tempo onde ninguém o procura.
Adoramos caminhar pela cidade. Andar até este ponto foi fácil. Eu moro muito longe daqui. Não preciso de carro, nem bicicleta, não quero ter nada. Se tenho tempo, este só me basta. Porque um dia eu não o tive. E sangrei por sua falta.
Ao olhar tão distante, busco um ideal de poesia. Poder ver a cidade e dizer, és minha, mesmo sabendo que não pertenço a quase nada. A nada. Meu orgulho é dizer não. Mesmo sabendo que pode ser uma grande mentira.
Porque, lá no fundo, a morte é um fascínio e nunca deixou de me atrair. Sempre pertenci ao mundo dos mortos, desde que nasci.
Eu não sou da terra nem do ar, sou do mar. Sou o fogo de encontro com a água e ela não é limpa nem leve.
Sou a contradição em si. Há poucas coisas aqui que não sejam ambíguas e, foda-se. Adoro descobrir qual é o conjunto de paradoxos novos em mim.
O ato de escrever é um espelho de minhas coisas pessoais. Meu diário do que vivo no dia a dia dos meus passos na cidade, nas pausas no Sol, um pensamento de paz ao ler, ao reencontrar alguém.
Meus passeios acabam, ou começam, às margens do Estuário Guaíba. Ali, onde já naveguei, onde dancei, namorei, fui a um show do Replicantes e até em roda punk me meti. E muito trabalho de ativista fiz. É um encontro de rios.
Eu já fui de outro lugar. Não faz diferença nenhuma viver nesta ou naquela cidade. Onde morei desde que nasci era uma cidade simples. Lá eu cresci, amei, estudei e trabalhei. Tanto faz. Nunca reclamei de lá, muito pelo contrário. Defendia a cidade: eu me sinto bem onde estou!
Já fui da praia "três meses por ano". Um dia me libertei de lá também. Do mar sempre sou. E lá morrerei.
Sempre lembro com carinho dos bons momentos que vivi naquela cidade onde nasci e morei, mas lembro mais do alívio que senti, no dia da minha partida.
E assim será com tudo, até com minha própria vida.
Eu estou desperta quando grande parte já se foi. Só os vagabundos estão insones, quando não é hora de trabalhar. E aproveitei para procurar umas fotografias. São imagens de mim. Adoro me mostrar, um lado humano de outro lado tão desumano que escondo muito bem. O lado imortal, que o tempo tem.
| Templo Positivista |
| Templo Positivista |
Minha única certeza de estar presente é que o sofrimento deste mundo, este corpo, tudo é terrivelmente vivo. Tudo é prova. A felicidade rara, a paixão perfeita que às vezes se vai. O amor e a amizade verdadeira, que se leva tanto tempo a conquistar. E é preciso manter com a espada.
Sou a contradição em si. Há poucas coisas aqui que não sejam ambíguas e, foda-se. Adoro descobrir qual é o conjunto de paradoxos novos em mim.
O poeta perdido no meio da cidade, o amigo encantado, a querida amiga verdadeira: a única a quem pude contar meu lamento. A angústia a quem mais ninguém poderia confiar...
E meu eterno companheiro de jornada, sempre caminhando comigo. Tudo isso dentro da metrópole.
| Igreja gótica Santa Teresinha |
Do céu ou da terra, nascem as igrejas.
Ferem o céu com suas cúspides e colunas, e nos vigiam eternamente com seus anjos.
| Igreja gótica Santa Teresinha |
Procurar cada cicatriz de suas construções, admirar os símbolos de seus ancestrais, oculto em cada detalhe. Imperceptível para quem não tem tempo...
Eu já fui de outro lugar. Não faz diferença nenhuma viver nesta ou naquela cidade. Onde morei desde que nasci era uma cidade simples. Lá eu cresci, amei, estudei e trabalhei. Tanto faz. Nunca reclamei de lá, muito pelo contrário. Defendia a cidade: eu me sinto bem onde estou!
Já fui da praia "três meses por ano". Um dia me libertei de lá também. Do mar sempre sou. E lá morrerei.
Sempre lembro com carinho dos bons momentos que vivi naquela cidade onde nasci e morei, mas lembro mais do alívio que senti, no dia da minha partida.
E assim será com tudo, até com minha própria vida.
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
A água insistente, do momento presente.
| foto Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
Na mídia, as pessoas tendem a acreditar em uma frase bonita, redonda, sem ao menos pensar se ela realmente faz sentido. O sujeito vive preso ao passado, romantizando ou praguejando contra seus atos. E também vive afoito acumulando e correndo em direção ao futuro. Isso sim é característica do que quer que seja, de nocivo. Tenha o nome que for. O você, da arte urbana, seja eu, seja outrém, é apenas este exato momento? Somos parte do passado e do futuro que construímos e sonhamos.
Trago em mim algumas rosas, guardo-as na alma.
Venho fazendo terapia para jogar fora as barras de ferro do meu passado e deixar de jogar-me ao futuro, abandonando o presente! Mas somos sim, uma construção de passado e futuro, das coisas que mantemos em nosso presente. Não somos absolutos instantes.
| foto Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
| foto Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
| Ativismo dos 'gringos' - Ah quê - que água imprópria o quê! Eles mesmos deram seu parecer. foto Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
| foto Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
Aliás, uma pesquisa realizada em bombonas de água minerais de diversos Estados, incluindo marcas famosas do Rio Grande do Sul, revelou altos índices de bactérias e sujeiras na água. Procure saber leitor, que água mineral não é sinônimo de água limpa, nem água pura. E aqui no blog não tem fonte de pesquisa, só de água. Se quiser saber mais, procure por você mesmo.
| A santinha em frente à fonte de água. foto Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
Exclusivo: Copa em Porto Alegre terá Bienal extra
texto e foto de Marcio de Almeida Bueno
A Copa do Mundo, ao menos na Capital gaúcha, vai contar com um atrativo a mais para os milhares de turistas esperados. A Bienal do Mercosul deverá fazer uma mostra extra para embelezar a cidade e distrair os torcedores entre uma partida e outra. Uma das primeiras instalações artísticas já está disponível para visitação pública, localizada na avenida Carlos Gomes, próximo à Anita Garibaldi. Outras peças já estão espalhadas por ruas e calçadas, e nota-se uma tendência do concretismo na maioria delas. Os organizadores garantem que a exposição segue até depois da competição da Fifa.
A Copa do Mundo, ao menos na Capital gaúcha, vai contar com um atrativo a mais para os milhares de turistas esperados. A Bienal do Mercosul deverá fazer uma mostra extra para embelezar a cidade e distrair os torcedores entre uma partida e outra. Uma das primeiras instalações artísticas já está disponível para visitação pública, localizada na avenida Carlos Gomes, próximo à Anita Garibaldi. Outras peças já estão espalhadas por ruas e calçadas, e nota-se uma tendência do concretismo na maioria delas. Os organizadores garantem que a exposição segue até depois da competição da Fifa.
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Conversa com a leitora feminista
É comum pensar que não há solidão. Ao ver as pessoas em suas máscaras e disfarces, característica da espécie e quiçá de outras, é normal pensar que tudo é assim. Mas, escrevo sempre sobre solidão, para mostrar que sim, ela existe, e não é ruim.
Sempre há um pouco de solidão na alma de qualquer um.
Sempre carreguei comigo um quarto de solidão que mantive fechado, aberto, conforme a luz, ou a escuridão, nem sempre nessa ordem.
A mulher tem esse medo de estar só, pois entende que a solidão é não ter companhia. Mas a solidão é algo bom. Ou pode ser algo ruim, depende de você. Há motivos históricos para nosso medo de estar só, motivos econômicos, psíquicos, biológicos. Por isso não aprendemos, não fomos preparadas para lidarmos com o fato de que podemos estar sós. Não nos ensinamos umas às outras. As mulheres podem ser solteiras, podem morar sozinhas, podem casar sim. Ou não.
Essa conversa incomoda, sobretudo quando parte de alguém que já está acompanhada. (Pois que fácil falar não?) Mas quando solteira eu já pensava assim.
Um lugar em mim sempre esteve preparado para a solidão. Na sociedade, a mulher solteirona é encarada diferentemente do homem solteirão. E eu sempre me revoltei contra isso.
E resolvi ser uma mulher 'casadona' diferente do padrão 'mulher casada'.
Ou seja, não quero ser a mulher machista que teme as outras, que não aceita mais nada, que não cultiva sua solidão e não compartilha sua sabedoria. Todas temos algo a compartilhar, nem que seja uma xícara de chá.
Escrever sobre isso também é delicado, pois existem mil detalhes que escapam, tudo bem, não sou especialista, ao contrário, e longe de mim. Detesto especialidades. Cada um sabe o quanto dói estar só e o quanto é silenciosa a solidão. Eu já a experimentei, ruim, sobretudo no que se refere à amizade.
Mas que tal abraçar a solidão, eventual para alguns, eterna para tantos, natural de todo humano, e torná-la algo positivo?
Escrevi, em homenagem a uma conversa sobre esse assunto, com uma leitora do meu blog. Conversamos justamente sobre esse tema, que vive aparecendo aqui, em imagens e palavras. Pois gosto de escrever neste muro, ou vidraça, coisas delicadas, que podem quebrar.
Sempre há um pouco de solidão na alma de qualquer um.
Sempre carreguei comigo um quarto de solidão que mantive fechado, aberto, conforme a luz, ou a escuridão, nem sempre nessa ordem.
A mulher tem esse medo de estar só, pois entende que a solidão é não ter companhia. Mas a solidão é algo bom. Ou pode ser algo ruim, depende de você. Há motivos históricos para nosso medo de estar só, motivos econômicos, psíquicos, biológicos. Por isso não aprendemos, não fomos preparadas para lidarmos com o fato de que podemos estar sós. Não nos ensinamos umas às outras. As mulheres podem ser solteiras, podem morar sozinhas, podem casar sim. Ou não.
Essa conversa incomoda, sobretudo quando parte de alguém que já está acompanhada. (Pois que fácil falar não?) Mas quando solteira eu já pensava assim.
Um lugar em mim sempre esteve preparado para a solidão. Na sociedade, a mulher solteirona é encarada diferentemente do homem solteirão. E eu sempre me revoltei contra isso.
E resolvi ser uma mulher 'casadona' diferente do padrão 'mulher casada'.
Ou seja, não quero ser a mulher machista que teme as outras, que não aceita mais nada, que não cultiva sua solidão e não compartilha sua sabedoria. Todas temos algo a compartilhar, nem que seja uma xícara de chá.
Escrever sobre isso também é delicado, pois existem mil detalhes que escapam, tudo bem, não sou especialista, ao contrário, e longe de mim. Detesto especialidades. Cada um sabe o quanto dói estar só e o quanto é silenciosa a solidão. Eu já a experimentei, ruim, sobretudo no que se refere à amizade.
Mas que tal abraçar a solidão, eventual para alguns, eterna para tantos, natural de todo humano, e torná-la algo positivo?
Escrevi, em homenagem a uma conversa sobre esse assunto, com uma leitora do meu blog. Conversamos justamente sobre esse tema, que vive aparecendo aqui, em imagens e palavras. Pois gosto de escrever neste muro, ou vidraça, coisas delicadas, que podem quebrar.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Aproveite o Carnaval
Para conhecer sua cidade
Para descansar
Para agitar
Para ajudar
Para ler
Para fotografar
Para viajar
Para não fazer nada
Eu farei isso e muito mais, porque amo esta época do ano. O mar é mais bonito e a serra é mais alegre. Gosto de ver a cidade vazia e curtir cada minuto do dia, atravessando ruas semi desertas.
Só não curto muito o calor, mas às vezes é bom.
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
Passeios em Porto Alegre
| fotos de Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/ |
detalhes da arquitetura e o sol que embeleza tudo.
Admiro muito a arte urbana e só depois de conhecer uma bela cidade é que fui ver o quanto amava ser urbana, coisa que sempre fui, mas quando se mora longe da capital as coisas funcionam como no interior.
Adorei este detalhe de um prédio de negócios.
uma rua movimentada durante a semana.
Diferente de arte a pixação é coisa de gente oca que apenas precisa marcar um espaço já que dentro de si o vazio é imensurável. E são sempre besteiras e frases sem sentido, já que se tivessem algum pingo de inteligência não seria pixação. Aliás, essas pobres pessoas estragam a cidade para si mesmas, já que o espaço é de todos. Mas aqui no terceiro mundo a ficha ainda não caiu.
O ignorante que pixou o elevador não deve suspeitar que este elevador é para deficientes físicos.
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domingo, 10 de outubro de 2010
Trabalho no ProJovem Urbano - Jardinagem e Paisagismo - Etapa de qualificação social
Projeto do Governo Federal que qualifica jovens e adultos. Eu já trabalhei como professora de jardinagem e paisagismo na época em que o programa se chamava Escola de Fábrica e era menor. Hoje o ProJovem é um curso profissionalizante que garante um incentivo de R$100,00 por mês para os alunos e possível colocação no mercado de trabalho(30% deverá ser encaminhado a vagas de emprego locais). Abaixo algumas imagens dos meus alunos e trabalhos realizados até o momento.
Aprendendo a ler rótulos e reciclar embalagens
Trabalho de português com quadrinhos da revista Piauí
Novas instalações e materiais dos alunos.
Kit anti drogas recebido de ong internacional.
Kit anti drogas recebido de ong internacional.
Trabalho sobre drogas e ambiente de trabalho.
material sobre direitos humanos e direitos animais
Dia da paz
caderno de aluna.
materiais sobre a Constituição e outros.
Alguns materiais que apenas mostrei aos alunos para curiosidade, pois estão em inglês.
Vídeos sobre saúde
Trabalho sobre materiais recicláveis
Levei as embalagens da minha casa e alguns alunos trouxeram embalagens para eles analisarem rótulos e tipos de materiais.
Aluna doou ração para bebês cães, depois de saber do meu trabalho a favor dos animais. A ração será doada para a ONG Bichos e Amigos
Trabalho dos alunos.
Reunião de professores
Materiais usados em sala de aula. Jornal do Meio Ambiente de Brasília.
Jornal Bem Estar de Porto Alegre
Jornais de bairro, de Porto Alegre
Materiais sobre direitos humanos, recebidos da deputada estadual e professora Stela Farias
Folhetos da justiça eleitoral para trabalho sobre voto consciente.
Trabalho com caixinhas de chás.
Mais sobre o trabalho com chás e plantas medicinais.
Trabalho da turma de telemática com garrafas Pet e outros.
A professora Vanessa e seus alunos.
Material sobre drogas e continuação do trabalho.
Trabalhos sobre vícios.
Alunos escrevem no quadro sua percepção sobre as drogas
mais materiais
Novas instalações.
Atividade rápida sobre o dia dos animais
Materiais usados em aula
Cartazes colados pelos alunos, na nova sala de aula.
bandeirinhas do dia da paz.
materiais usado em português e matemática.
presenteei meus alunos com CDs de documentários.
materiais usados na matemática do cotidiano e estudo de anúncios de trabalho.
Aprendendo a ler rótulos e reciclar embalagens
Trabalho de português com quadrinhos da revista Piauí
Novas instalações e materiais dos alunos.
Kit anti drogas recebido de ong internacional.
Kit anti drogas recebido de ong internacional.
material sobre direitos humanos e direitos animais
Dia da paz
caderno de aluna.
materiais sobre a Constituição e outros.
Alguns materiais que apenas mostrei aos alunos para curiosidade, pois estão em inglês.
Vídeos sobre saúde
Trabalho sobre materiais recicláveis
Levei as embalagens da minha casa e alguns alunos trouxeram embalagens para eles analisarem rótulos e tipos de materiais.
Aluna doou ração para bebês cães, depois de saber do meu trabalho a favor dos animais. A ração será doada para a ONG Bichos e Amigos
Trabalho dos alunos.
Reunião de professores
Materiais usados em sala de aula. Jornal do Meio Ambiente de Brasília.
Jornal Bem Estar de Porto Alegre
Jornais de bairro, de Porto Alegre
Materiais sobre direitos humanos, recebidos da deputada estadual e professora Stela Farias
Folhetos da justiça eleitoral para trabalho sobre voto consciente.
Trabalho com caixinhas de chás.
Mais sobre o trabalho com chás e plantas medicinais.
A professora Vanessa e seus alunos.
Trabalhos sobre vícios.
mais materiais
Novas instalações.
Atividade rápida sobre o dia dos animais
Materiais usados em aula
Cartazes colados pelos alunos, na nova sala de aula.
bandeirinhas do dia da paz.
materiais usado em português e matemática.
presenteei meus alunos com CDs de documentários.
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educação de jovens e adultos,
educação humanitária,
EJA,
Ellen Augusta,
Ellen Augusta Valer de Freitas,
escola de fábrica,
projovem,
projovem urbano,
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