Hoje é o Dia da Menina
Descobri por acaso, fazendo minhas leituras, por aí.
O comércio, e as pessoas, deliram com o dia das crianças. Sem qualquer critério. Eu penso que toda criança merece presentes e mais que tudo, afeto. Mas isso nada tem a ver com o ilusionismo que ocorre nesta data.
Acontece um egocentrismo sem limites, uma falta de percepção. Cada um por si. E isso quando as próprias crianças não são esquecidas. Irmão contra irmão, parentes chatos, funções inúteis, paparicos deseducantes, segregações entre crianças, só para dar alguns exemplos.
Já fui criança e tive infância, e sei a diferença entre o que é bom e o que é ruim. E posso falar sobre infância com toda a autoridade.
Sim, pois não pense que só quem é mãe, pai, ou seja lá que profissão
especialista em crianças, pode falar sobre infância. É preconceito
querer tornar sectária a experiência. E Não me refiro a questões
técnicas. Falo do povo que quer monopolizar o assunto, proibindo os
outros de ajudar. Tipo, homem não poder participar do feminismo.
Esqueceram o dia das meninas. E foi preciso criar este dia, pode crer.
Elas são 'dadas' em casamento, são obrigadas a se casar com animais (vide religiões orientais e indianas, para quem ainda 'mistifica' essas coisas), são prostituídas, são escravas do lar, trabalham na rua, são abusadas sexualmente são, como as mulheres em geral, submetidas ao machismo. A lista é longa e acontece também com meninos. Mas até nisso as meninas perdem. Mães tendem a preferir meninos. (não inventei nada, pergunte ao Freud, ele costuma explicar tudo) E daí existe uma série de meninas obrigadas a trabalhar, serem esquecidas, abortadas, a sofrerem violência doméstica, abandono, etc. Meu texto, que você pode ler aqui: A filha camareira, o filho hóspede, revela todo meu asco a esse tipo de preferência, que mostra mães imaturas, machistas, que parecem ter filhos apenas para satisfazer desejos egoístas, narcisistas.
Lembre das meninas neste dia. E se você foi uma menina. Parabéns por ter sobrevivido neste mundo, pintado por Renato Russo, nesta homenagem feita pela Vanguarda Abolicionista.
Mostrando postagens com marcador filhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filhos. Mostrar todas as postagens
sábado, 11 de outubro de 2014
Por que existe o Dia das Meninas
sugestões
crianças,
dia da menina,
Ellen Augusta,
Ellen Augusta Valer de Freitas,
filhos,
infância,
Legião Urbana,
mãe,
mães,
maternidade,
meninas,
pais,
porto alegre,
Renato Russo,
Vanguarda Abolicionista,
vegan
sexta-feira, 4 de julho de 2014
A filha camareira - o filho hóspede
Quem nunca viu essa combinação em uma casa ou na sua cidade, tem sorte ou venda nos olhos.
Visitar um amigo e ver que a mãe lhe servia café e passava margarina no pão. Na cozinha a irmã esfregava panelas. E fazia tudo o mais.
Esse era o modelo de educação. Em muitos lugares ainda segue sendo.
A eterna desunião feminina começa neste egoísmo maternal. Nessa euforia de amar o homem a qualquer preço.
Passa por uma adolescência distanciada do ensinamento das mães, das avós.
É a sua amiga conversando mais com seu marido. E não com você.
É o casamento distanciando as mulheres, mais que o trabalho, este que deveria uni-las em projetos, não em competição.
Ficam isoladas, considerando que mais vale um homem que a riqueza da partilha.
- Focando na limpeza da casa - talvez a única coisa que aprenderam com as mães e avós. -
Se encontram uma mulher admirável, em vez de se aproximar, secam, invejam, se afastam.
Conheci mulheres que moraram juntas, por determinado tempo, para criar os filhos. Por isso elas são tão alegres e inteligentes. São mulheres expansivas. Aprenderam que a vida não é o combo machista que as mulheres compram logo depois da adolescência.
Um egoísmo sem tamanho é uma mãe dar atenção a um dos filhos, deixando outro trabalhando. O paparicado, por sua vez, nem sempre é beneficiado, sendo pois prejudicado até mesmo intelectualmente.
Quem se interessaria por um sujeito inábil para tarefas simples, que garantem a sobrevivência em qualquer lugar do mundo? Bem, a maior parte de nossa geração anterior foi feita de homens que no máximo aprendiam a fazer 'churrasco' ou 'carreteiro', demonstrando que tem gosto para tudo e que não se teve escolha em maior parte das vezes.
Hoje, apesar do modelo antigo andar por aí, conheço mães, homens e mulheres diferentes que resolveram seguir um modelo novo, talvez por terem sofrido essa agressão, querendo mudar o futuro, talvez por terem aprendido a amar melhor, ou pela vontade de quebrar essa corrente, pelo menos em algum ponto. Só faz bem para a alma pensar no outro.
Ellen Augusta
Visitar um amigo e ver que a mãe lhe servia café e passava margarina no pão. Na cozinha a irmã esfregava panelas. E fazia tudo o mais.
Esse era o modelo de educação. Em muitos lugares ainda segue sendo.
A eterna desunião feminina começa neste egoísmo maternal. Nessa euforia de amar o homem a qualquer preço.
Passa por uma adolescência distanciada do ensinamento das mães, das avós.
É a sua amiga conversando mais com seu marido. E não com você.
É o casamento distanciando as mulheres, mais que o trabalho, este que deveria uni-las em projetos, não em competição.
Ficam isoladas, considerando que mais vale um homem que a riqueza da partilha.
- Focando na limpeza da casa - talvez a única coisa que aprenderam com as mães e avós. -
Se encontram uma mulher admirável, em vez de se aproximar, secam, invejam, se afastam.
Conheci mulheres que moraram juntas, por determinado tempo, para criar os filhos. Por isso elas são tão alegres e inteligentes. São mulheres expansivas. Aprenderam que a vida não é o combo machista que as mulheres compram logo depois da adolescência.
Um egoísmo sem tamanho é uma mãe dar atenção a um dos filhos, deixando outro trabalhando. O paparicado, por sua vez, nem sempre é beneficiado, sendo pois prejudicado até mesmo intelectualmente.
Quem se interessaria por um sujeito inábil para tarefas simples, que garantem a sobrevivência em qualquer lugar do mundo? Bem, a maior parte de nossa geração anterior foi feita de homens que no máximo aprendiam a fazer 'churrasco' ou 'carreteiro', demonstrando que tem gosto para tudo e que não se teve escolha em maior parte das vezes.
Hoje, apesar do modelo antigo andar por aí, conheço mães, homens e mulheres diferentes que resolveram seguir um modelo novo, talvez por terem sofrido essa agressão, querendo mudar o futuro, talvez por terem aprendido a amar melhor, ou pela vontade de quebrar essa corrente, pelo menos em algum ponto. Só faz bem para a alma pensar no outro.
Ellen Augusta
sexta-feira, 7 de março de 2014
As duas crianças
São os dois chinesinhos do restaurante.
Um menino e uma menina.
Eles são irmaozinhos e brincam, correm o tempo todo.
Falam duas línguas, brincam com celular, veem desenhos orientais. São muito inteligentes.
Hoje a menina se machucou e veio chorando e o menino foi consolá-la e assoprou o joelhinho dela.
Não pretendo ter filhos e não compactuo com essa infantilidade que a grande maioria das mulheres tem para com as crianças, tratando-as como bonecas. Esses dias, numa sala de espera, uma dessas revistas detestáveis estampava na capa uma dessas 'mães' com uma criança que exibia como se fosse o mais novo copo de cristal, ou cachorrinho comprado, o qual também sou contra, por que é o mesmo comércio de comprar 'objetos decorativos'... Ela estampava a criança, tirava fotos do bebê de alguns dias com chapéus ridículos, de perninhas abertas, etc... Depois mais à frente uma outra tinha um filho especial que exibia também da mesma maneira e já planejava outra gravidez arriscada, como se fosse mais uma brincadeira, sem se dar conta de que milhões de pessoas leem essas informações.
Por isso aqui no blog quase nunca tem assuntos relacionados à crianças. Mas isso não significa que não as gosto. Esses dois amiguinhos eu sempre vejo no restaurante quando vou almoçar e adoro-os.
Acredito que o instinto materno é algo que uma mulher pode ter independente de ser mãe ou não. E sou muito bem resolvida com relação a isso. Mas tem mulher que não é, mesmo sendo mãe, por isso vem encher o meu saco, mas aqui não, minha filha. Vá resolver seus conflitos com seu terapeuta. A doçura da infância é pura poesia, não deve jamais ser maculada por delírios de pessoas mal resolvidas.
Quando vejo uma injustiça sendo cometida contra uma criança jamais fico quieta ou indiferente. E não sou imatura com relação ao mundo infantil. Quem tem que ser criança são as crianças, não os adultos.
Mas eu me permito muito ser criança quando estou pertinho destes chinesinhos adoráveis.
Um menino e uma menina.
Eles são irmaozinhos e brincam, correm o tempo todo.
Falam duas línguas, brincam com celular, veem desenhos orientais. São muito inteligentes.
Hoje a menina se machucou e veio chorando e o menino foi consolá-la e assoprou o joelhinho dela.
Não pretendo ter filhos e não compactuo com essa infantilidade que a grande maioria das mulheres tem para com as crianças, tratando-as como bonecas. Esses dias, numa sala de espera, uma dessas revistas detestáveis estampava na capa uma dessas 'mães' com uma criança que exibia como se fosse o mais novo copo de cristal, ou cachorrinho comprado, o qual também sou contra, por que é o mesmo comércio de comprar 'objetos decorativos'... Ela estampava a criança, tirava fotos do bebê de alguns dias com chapéus ridículos, de perninhas abertas, etc... Depois mais à frente uma outra tinha um filho especial que exibia também da mesma maneira e já planejava outra gravidez arriscada, como se fosse mais uma brincadeira, sem se dar conta de que milhões de pessoas leem essas informações.
Por isso aqui no blog quase nunca tem assuntos relacionados à crianças. Mas isso não significa que não as gosto. Esses dois amiguinhos eu sempre vejo no restaurante quando vou almoçar e adoro-os.
Acredito que o instinto materno é algo que uma mulher pode ter independente de ser mãe ou não. E sou muito bem resolvida com relação a isso. Mas tem mulher que não é, mesmo sendo mãe, por isso vem encher o meu saco, mas aqui não, minha filha. Vá resolver seus conflitos com seu terapeuta. A doçura da infância é pura poesia, não deve jamais ser maculada por delírios de pessoas mal resolvidas.
Quando vejo uma injustiça sendo cometida contra uma criança jamais fico quieta ou indiferente. E não sou imatura com relação ao mundo infantil. Quem tem que ser criança são as crianças, não os adultos.
Mas eu me permito muito ser criança quando estou pertinho destes chinesinhos adoráveis.
sugestões
afeto,
amabilidade,
coragem,
crianças,
educação,
Ellen Augusta,
Ellen Augusta Valer de Freitas,
feminino,
filhos,
infância,
infantil,
mãe,
maternal,
maternidade,
Oriental,
respeito
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Quem tem gato precisa ter redes nas janelas - quem tem crianças também
Quantas vezes fui em casas de pessoas com crianças, onde as casas eram entulhadas de lixo, insalubres e sem espaços para brincar. Daí concluía que aquelas pessoas eram tudo, menos gente que estava preocupada com crianças... Mas se você falar... passa por chato, inconveniente... E com relação aos animais, pior ainda. Ninguém quer saber.
Nós temos redes em todas as janelas do nosso apartamento, menos em uma janela da cozinha, que ficou sempre fechada até hoje. Nessa semana iremos colocar. Estou feliz pois é mais um espaço onde os gatos podem ficar à vontade, olhar a rua e eu também a usarei. Não é possível abrir janelas quando se tem gatos em casa e se mora no terceiro andar, sem redes de proteção.
Gatos são animais que buscam aventuras em qualquer fase da vida, eles não desistem de buscar gravetos, insetos, aves e fantasias de suas mentes de felinos por isso não racionalize, chame um instalador de redes. Custará pouco para instalar na minha janela aqui. Os custos com acidentes envolvendo caídas de felinos em prédios são salgados, mas a dor que eles sentem não tem preço e deixam sequelas neurológicas e/ou físicas. Mas eles nada dizem.
brinquedos divertidos para gatos...invente! Eles adoram...
Se você tivesse um filho, deixaria a lei da selva gerir seus passos? Eu chamaria o conselho tutelar, no mínimo. Por isso, é importante pensar bem antes de decidir por ter animais de estimação em apartamentos. Existem prós e contras e não basta apenas 'amar'. O respeito aos animais inclui o cuidado com sua saúde, bem estar, desde seu nascimento até a velhice e mesmo a sua morte. Seus instintos prevalecem mesmo depois de castrados. E é importante a castração para que sua vida seja longa.
Ao sair, não podem ficar trancados no banheiro ou coisa parecida. Precisam de cuidados. Nós deixamos que a Taís Duranti venha visitá-los, quando vamos viajar. Ela vai nas casas e cuida de gatos. https://www.facebook.com/tais.pereira.9634340?fref=ts Os gatos gostam dela, já fizeram amizade e tudo! E a gente fica em paz, pois tem sempre a companhia dela, além de que ela cuida mesmo, dá água, comida, olha para ver onde eles estão, pois gato sempre está aprontando alguma, SOBRETUDO quando não estamos por perto...
Divertimentos para gatos custam pouco. Colchonete comprei em brechó. Fica no canto extremo da casa.
Caixa encontrada no lixo é o brinquedo preferido do Bob. O tapete é do brechó da Gelcira e ele adora.
Para que essa conversa vá além de uma postagem, é interessante consultar um veterinário de confiança e se informar sobre vacinas e sobre higiene também.
Os brinquedos são simples, mas a comida e a saúde nós procuramos dar o melhor possível. Indico a Clínica do Gato, pois atenderam sempre bem e entendem mesmo de bichanos. Não adianta 'pagar barato' e depois gastar em dobro ou perder a vida de um animal querido.
Só compreendo protetoras e protetores que bravamente precisam atender muitos animais e aí sim, claramente, precisando de doações, qualquer marca de ração tá valendo, o dinheiro é sempre pouco e o veterinário faz o bastantão. Nós ajudamos algumas e sabemos como é! Mas tem muita gente que não está nessa situação, portanto, essas pessoas podem economizar no supérfluo que sempre é muito às vezes, e dedicar ao que importa mais. Organizando-se pode-se dedicar um pouco mais de atenção a estes seres, já que não foi escolha deles estarem em nossa casa. Temos essa responsabilidade.
Só adote se for com responsabilidade. Não compre animais!
Nós temos redes em todas as janelas do nosso apartamento, menos em uma janela da cozinha, que ficou sempre fechada até hoje. Nessa semana iremos colocar. Estou feliz pois é mais um espaço onde os gatos podem ficar à vontade, olhar a rua e eu também a usarei. Não é possível abrir janelas quando se tem gatos em casa e se mora no terceiro andar, sem redes de proteção.
![]() |
| algumas ideias para gatos |
Se você tivesse um filho, deixaria a lei da selva gerir seus passos? Eu chamaria o conselho tutelar, no mínimo. Por isso, é importante pensar bem antes de decidir por ter animais de estimação em apartamentos. Existem prós e contras e não basta apenas 'amar'. O respeito aos animais inclui o cuidado com sua saúde, bem estar, desde seu nascimento até a velhice e mesmo a sua morte. Seus instintos prevalecem mesmo depois de castrados. E é importante a castração para que sua vida seja longa.
Ao sair, não podem ficar trancados no banheiro ou coisa parecida. Precisam de cuidados. Nós deixamos que a Taís Duranti venha visitá-los, quando vamos viajar. Ela vai nas casas e cuida de gatos. https://www.facebook.com/tais.pereira.9634340?fref=ts Os gatos gostam dela, já fizeram amizade e tudo! E a gente fica em paz, pois tem sempre a companhia dela, além de que ela cuida mesmo, dá água, comida, olha para ver onde eles estão, pois gato sempre está aprontando alguma, SOBRETUDO quando não estamos por perto...
Divertimentos para gatos custam pouco. Colchonete comprei em brechó. Fica no canto extremo da casa.
![]() |
| Achei duas caixas de vinho argentino como essa no lixo! Claaaro que peguei para colocar os libros que estou lendo, mas o Bob se adonou de uma. |
![]() |
| Ele adora essa caixa pois se sente protegido. Tem papelão no fundo e ele fica raspando com a unha, é sua maior diversão. |
Só compreendo protetoras e protetores que bravamente precisam atender muitos animais e aí sim, claramente, precisando de doações, qualquer marca de ração tá valendo, o dinheiro é sempre pouco e o veterinário faz o bastantão. Nós ajudamos algumas e sabemos como é! Mas tem muita gente que não está nessa situação, portanto, essas pessoas podem economizar no supérfluo que sempre é muito às vezes, e dedicar ao que importa mais. Organizando-se pode-se dedicar um pouco mais de atenção a estes seres, já que não foi escolha deles estarem em nossa casa. Temos essa responsabilidade.
Só adote se for com responsabilidade. Não compre animais!
sugestões
adotar,
alto astral,
amor,
animais,
babá de gatos,
casa,
cat,
decoração,
direitos animais,
Ellen Augusta,
Ellen Augusta Valer de Freitas,
filhos,
gatos,
instinto,
proteção,
redes
domingo, 9 de maio de 2010
Só entende quem tem gatos
A adoção é sempre a escolha certa.
A casa é deles. Fazem o que querem, são meus filhos. Podem arranhar o sofá o mais que puderem, podem andar por cima de tudo, pois são mais limpos que muita gente.
Aqui também não sou escrava do lar, eles não incomodam e se fizerem bagunça tudo bem.
Tiramos os sapatos quando chegamos da rua, justamente para não contaminar a casa deles com sujeira do sapato.
Ter três gatos é ótimo, não incomodam de nenhuma forma, só dão alegria. Têm saúde perfeita e nós fazemos o possível para que vivam da melhor forma.
A Chili Willy é a gata louca, independente e xerifa da casa. O Barney é o gato fofo, muito carinhoso e o gato que brinca com as sombras. O Bob é o gato comportado e meu companheiro de todas as horas. Meu amiguinho que sempre me espera para dormir, e quando estou para chegar em casa, ele me espera na porta. Tem TOC, manias diversas, como tapar milhares de vezes o banheirinho, tomar água com a patinha levantada. Ele é muito caprichoso, como todo gato.
O Bob me escolheu como mãe e eu o escolhi como meu gato preferido, mas gosto de todos eles.
Assinar:
Postagens (Atom)













