Nestes últimos meses, em que enfrentei pela primeira vez a solidão da minha própria casa, mergulhei em uma faculdade nova, na verdade sobre uma vocação que eu sempre tive, eu percebi que nada é fácil e eu estou sozinha.
Por minhas próprias escolhas e também pelas escolhas do momento em que vivemos (no país), estou sem dinheiro, e isso também torna mais difícil até a convivência com outras pessoas.
Sabe aquela coisa: você precisa se arrumar para ser atraente aos demais, ir a restaurantes, bares, etc... e no momento não é possível.
Antes de me separar, eu imaginava que ao tomar essa decisão, enfrentaria muito machismo, mas eu achava que estava preparada para isso. Porém não. Nunca estamos preparadas para as atitudes machistas das outras mulheres, nunca estamos preparadas para ver as amizades se distanciando, as fofocas, não há como se preparar para isso.
Achei que a solidão que eu sinto fosse culpa do meu relacionamento amoroso recente, achei também que fosse culpa dos meus amigos (sim, a maioria some nos momentos de dificuldade ou sequer estão presentes na minha vida). Eu tenho uma amiga para conversar todos os dias, acho que mais ela me ouve do que o contrário...
Achei também que tudo fosse culpa das redes sociais, afinal é por causa delas que rolam as brigas, os ciúmes e as inseguranças. Sabe o que é você buscar o nome de alguém, e ver que a pessoa ou te bloqueou, ou recusa teu convite de amizade? Isso pode ser algo idiota ou sentimental para quem tem amigos de verdade, de anos, que é só chamar e eles estão ali para qualquer parada, mas para mim dói.
Também cansei de ver gente falando apenas de si mesmas, de como se amam, de como sua vida é tranquila e feliz. Eu sei, deve ser verdade, pois já fiz exatamente a mesma coisa. E hoje, me sinto horrível pois não tenho nada para mostrar.
Eu não tenho um ativismo para mostrar, pois praticamente fui forçada a sair dele.
Família é uma palavra que quando escrevo ou pronuncio me dá vontade de chorar. Pois sinto falta dos meus pais, e o que restou me deixa tão triste a ponto de querer sair dessa vida, acabar com 'tudo'.
Eu não tenho muita coisa a dizer sobre minha vida pessoal, sem me expor de forma que não me sentiria bem nem faria outras pessoas felizes.
Eu poderia dizer algo sobre meu recomeço de vida acadêmica, minha segunda faculdade e esta sim me causa mais orgulho do que a primeira, sobre como tudo o que os professores falam me toca profundamente, pois dizem respeito ao meu sonho, à minha vocação. Quase todos os livros que eles citam eu já li, ou pelo menos conheço e pretendo ler. Apenas as aulas de Espanhol me surpreendem, pois realmente estou FALANDO o idioma que escolhi, que conheço, mas que a vergonha me impedia de proferir em voz alta.
Mas não sei se isso é algo a ser dito. Ando pensando muito antes de publicar coisas minhas.
Um dos motivos é que não sei se elas importam tanto assim. Outro dos motivos é que realmente me sinto sozinha. Mais do que antes, mais do que nunca.
Não acho triste chegar na minha casa e perceber que moro só. O estranho é saber que tão poucas pessoas a visitam, e que nas próximas semanas ou quem sabe meses, não virá ninguém aqui.
E, como cansa ir atrás, como cansa só você ligar, só você querer saber, eu faço isso muitas vezes não só pelo sentimento que nutri pela pessoa, mas para não ter a consciência pesada, quando de fato chegar o dia em que não terei mais contato com aquela pessoa, nunca mais. Penso que pelo menos a minha parte eu fiz. Disse o que precisava ser dito, falei que sentia saudade. Pois prometi a mim mesma sempre dizer ao outro o que sinto e fazer de tudo para manter esse sentimento.
Para quem não conhece esse dia, o Nunca Mais existe, e a partir desse instante, não há mais o que dizer, nem ninguém lá (ou aqui) para ouvir.
É estranha e um pouco triste, minha nova cama de casal, eu durmo sozinha nela e a pessoa que estava ao meu lado, no dia que as coisas chegaram, não está mais.
Sabe, sempre dormi em cama de solteiro e a única vez que dormi nesse tipo de cama foi quando casei. Então, mesmo que eu tenha escolhido morar sozinha e essa minha escolha é para sempre, ainda sinto que uma cama muito grande é grande demais para mim.
Então, sobre o que escreverei? Elegi este assunto, que é melancólico e ninguém quer falar. Esse tema que é o que vivo diariamente. Estou sozinha, me sinto assim, e sei que isso aconteceu por escolhas que fiz, não culpo mais nada ou ninguém, mas sinceramente, o passado não me interessa mais.
Não sinto a menor saudade, acho que é mesmo por isso que me sinto só, antes ao menos eu cultivava lembranças, agora sequer me animo a buscá-las. Estão tão longe de mim, tão equivocadas na névoa da memória, que nem mesmo considero-as verdadeiras.
Mais são contos, mais são a minha versão de tudo o que me aconteceu.
Então, o que ando fazendo é esperar o nascer da lua, todos os dias, lá pelas 19:30 ou 20:00, faço um chimarrão e fico na janela esperando aquele espetáculo nascer. Ela está amarelada e gigante, e nasce atrás das árvores do cemitério, foi por isso que escolhi esta casa. Foi o prazer gótico de morar perto dos mortos que influenciou minha decisão.
Depois pego alguns livros, mais tarde, deito na cama, que é alta e dali fico observando minha janela e a vista linda que há nela.
Existem árvores que estão perdendo todas as suas flores. E tenho acompanhado desde o comecinho, o perfume das flores e agora a secura dos ramos nus.
Tenho alguns vizinhos que ficam nas sacadas ou janelas dos prédios em frente.
E enquanto observo meus vizinhos, a natureza, ou a mim mesma, fico pensando que nunca em minha vida me senti assim: completamente sozinha. Nunca aconteceu, eu sempre tinha alguém. Primeiro meus pais, depois amigos de colégio, amigos de faculdade, alguns namorados, depois marido e amigos de marido que hoje nem falam comigo, depois colegas de apto e até mesmo meu celular, agora deligo-o às vezes, não tenho usado o facebook como antes e acontece que quando vc some, ninguém se importa mais.
Agora é apenas eu e minha casa.
O mais incrível é que eu sabia que isso ia acontecer. E, embora tem dias que fico completamente mal, como ontem, hoje talvez, algumas vezes penso que isso é necessário e que assim mesmo eu percebo como é o mundo para comigo, e como eu sou para o mundo. Percebo que o que acontece comigo não é regra, tampouco é exceção, simplesmente acontece com algumas pessoas.
Daqui a alguns dias espero escrever novamente, para dizer que tudo isso passou, que não era bem assim, que é apenas uma percepção da realidade que eu tenho.
Mas não quero me culpar por tudo, cansei disso também!
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sábado, 15 de abril de 2017
estar sozinha x ser sozinha
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sexta-feira, 20 de novembro de 2015
As flores brancas
Sentido guardado
isolado.. em silêncio.
no ponto luminoso do farol
respiro o vento
quando traz o cheiro do mar, eu lembro.
meus cabelos crescem, eu os corto
no sonho vejo-os longos, as roupas de cores: azul, verde, violeta.
eu os corto, ainda não é hora
uso o negro pois minha alma traz seu nome igual ao meu.
tenho nas mãos as marcas roxas do sono, as flores brancas do encanto
suspensas por todo o ar
como uma saudade que eu possa capturar
A chuva se aproximava e era de flores:
Por que estavam no ar, no meu corpo, na minha boca e por todo o lado que voltasse o olhar?
Por que brancas, sem em mim tudo é violáceo?
por quê? esses cruzamentos essa distância, esses pensamentos?
sonhos/ em que tudo são tormentos, guardam em si mesmos boas lembranças - porém!
Eu vivo como uma concha, tragando liberdades.
Cada pétala caída, cada flor colhida,
Morrem comigo, nas palavras, em um movimento de minhas mãos, covardes.
O medo, a solidão, esta flor branca , vive internamente.
Abre-se e chora.
Não consegue jamais desvencilhar-se
de uma condição.
Ellen Augusta
isolado.. em silêncio.
no ponto luminoso do farol
respiro o vento
quando traz o cheiro do mar, eu lembro.
no sonho vejo-os longos, as roupas de cores: azul, verde, violeta.
eu os corto, ainda não é hora
uso o negro pois minha alma traz seu nome igual ao meu.
tenho nas mãos as marcas roxas do sono, as flores brancas do encanto
suspensas por todo o ar
como uma saudade que eu possa capturar
A chuva se aproximava e era de flores:
Por que estavam no ar, no meu corpo, na minha boca e por todo o lado que voltasse o olhar?
Por que brancas, sem em mim tudo é violáceo?
por quê? esses cruzamentos essa distância, esses pensamentos?
sonhos/ em que tudo são tormentos, guardam em si mesmos boas lembranças - porém!
Eu vivo como uma concha, tragando liberdades.
Cada pétala caída, cada flor colhida,
Morrem comigo, nas palavras, em um movimento de minhas mãos, covardes.
O medo, a solidão, esta flor branca , vive internamente.
Abre-se e chora.
Não consegue jamais desvencilhar-se
de uma condição.
Ellen Augusta
sexta-feira, 19 de junho de 2015
terça-feira, 21 de outubro de 2014
As minhas rosas não são minhas
Dedico essa postagem à minha leitora número um, e que está de aniversário hoje! Por conta da vida e deste blog, nos tornamos amigas! Obrigada!
Reparem como, por trás de roseiras bem cuidadas, sempre tem senhoras rondando os jardins...
Esses dias cumprimentei uma delas. Seu jardim brilhava ao Sol!
As rosas do convento, as freiras cuidam delas, mas nunca as vi por ali. Acho que é um pensionato para senhoras. Só consigo ver as rosas.
As vezes também os senhores cuidam das flores. E não são raros. Meu pai plantava árvores. E não se contentava com as do seu quintal. Distribuía mudas pela cidade. E não só, ele plantava flores, tinha horta com minha mãe. Eu sei quais são as árvores do meu pai, por onde eu passo, nas cidades onde ele plantou. O pai já morreu, mas as suas plantas ficaram.
Uma amiga conta que seu pai também faz o mesmo.
Esses pais, plantadores de árvores...
Também há os cultivadores de flores, como o frentista do posto de gasolina que eu conheci esses dias. Ele tinha suas orquídeas como pequenas filhas enfeitadas. Me espantei, pois eu não tenho esse cuidado todo. Só tenho plantinhas na água, as que a minha mãe me deu.
Mãe. Mãe igual a rosas. Será que sou só eu que acho isso? A mãe plantava todas as flores. Plantava árvores, tinha horta com meu pai. A horta dela existe até hoje, depois que ela morreu. Está intacta. Quando eu era criança, havia uma flor amarela com fundo preto, que ela chamava de estrela da noite, ou algo assim. Tenho no meu catálogo botânico. Sou muito boa em Botânica, sou bióloga. Mas o que fica na memória não são os nomes. São os perfumes. E quando passo pelas ruas, às vezes sinto um perfume e lembro. Era uma das flores de minha mãe.
Eu digo que as minhas rosas não são minhas, pois são da cidade. São de outros pátios, eu não planto. Não tenho saco, nem espaço, nem vontade. Mas considero-me livre para desejar ver, fotografar, cheirar, tê-las em meu olhar e oferecê-las, seja fisicamente, a um amigo, ou amiga, ou mesmo através de uma simples foto.
Eu amo receber flores. Podem me mandar. Essas são hibiscos.
Nem tudo são rosas... Eu costumo dizer que 'não falo sobre flores' quando algum chato vem encher o saco sobre meu modo de escrever. Sinceramente, até hoje, só um ou dois malas tentaram vir com 'conselhos' como se fossem experts. Sequer devem ter me lido, ou me entendido.
Mas, óbvio que sempre estou falando sobre flores, para quem é bom entendedor!
Não parece uma rainha? Mas aqui existem os dois sexos.
Colocaram esta placa, para os mão-santa que tiram galhos das plantas. Mas, sinceramente, que mal tem pegar um galho de uma planta?
É muita 'neura de condomínio' e estou falando nisso no post anterior. Fazem uma reunião porque alguém sentou no banco, ou apertou o botão errado no elevador... Mas, para arrancar árvore, todo mundo tem bastante disposição. Não precisa reunião.
As flores estão aí, justamente para tal propósito: chamar a atenção dos polinizadores: a saber, todos os que viabilizam sua reprodução.
É por isso que a mão coça e vamos ao seu encontro, ou o nariz, ou o inseto, ou o mamífero outro, que não nós mesmos...
Não estou aqui para falar de termos técnicos, que os detalhes são mil. Já vi esses botões caídos na grama, e, num segundo depois, abrirem-se como mágica! Isso são experiências da minha infância.
Esta arvoreta chama-se Primavera e é muito perfumada. As flores vão mudando de cor, conforme vão ficando mais velhas. As Primaveras, por vezes, abrigam larvas de insetos, que depois viram borboletas. Elas costumam ser perseguidas até a morte, pois ninguém se dá conta de que são borboletas em processo.
Tornarei meus olhos repletos de rosas... Eu compro de vez em quando uma rosa , e, depois de admirar bastante sua beleza, viva, deixo-a morrer e admiro sua beleza, morta. Sim, pois nada é mais bonito do que flores mortas.
E na minha vida gótica não poderia faltar uma roseira sangrando de vez em quando...
Reparem como, por trás de roseiras bem cuidadas, sempre tem senhoras rondando os jardins...
Esses dias cumprimentei uma delas. Seu jardim brilhava ao Sol!
![]() |
| Flores como enfeite - esse é um tema eterno. |
As vezes também os senhores cuidam das flores. E não são raros. Meu pai plantava árvores. E não se contentava com as do seu quintal. Distribuía mudas pela cidade. E não só, ele plantava flores, tinha horta com minha mãe. Eu sei quais são as árvores do meu pai, por onde eu passo, nas cidades onde ele plantou. O pai já morreu, mas as suas plantas ficaram.
Uma amiga conta que seu pai também faz o mesmo.
Esses pais, plantadores de árvores...
Também há os cultivadores de flores, como o frentista do posto de gasolina que eu conheci esses dias. Ele tinha suas orquídeas como pequenas filhas enfeitadas. Me espantei, pois eu não tenho esse cuidado todo. Só tenho plantinhas na água, as que a minha mãe me deu.
Mãe. Mãe igual a rosas. Será que sou só eu que acho isso? A mãe plantava todas as flores. Plantava árvores, tinha horta com meu pai. A horta dela existe até hoje, depois que ela morreu. Está intacta. Quando eu era criança, havia uma flor amarela com fundo preto, que ela chamava de estrela da noite, ou algo assim. Tenho no meu catálogo botânico. Sou muito boa em Botânica, sou bióloga. Mas o que fica na memória não são os nomes. São os perfumes. E quando passo pelas ruas, às vezes sinto um perfume e lembro. Era uma das flores de minha mãe.
Eu digo que as minhas rosas não são minhas, pois são da cidade. São de outros pátios, eu não planto. Não tenho saco, nem espaço, nem vontade. Mas considero-me livre para desejar ver, fotografar, cheirar, tê-las em meu olhar e oferecê-las, seja fisicamente, a um amigo, ou amiga, ou mesmo através de uma simples foto.
Eu amo receber flores. Podem me mandar. Essas são hibiscos.
Nem tudo são rosas... Eu costumo dizer que 'não falo sobre flores' quando algum chato vem encher o saco sobre meu modo de escrever. Sinceramente, até hoje, só um ou dois malas tentaram vir com 'conselhos' como se fossem experts. Sequer devem ter me lido, ou me entendido.
Mas, óbvio que sempre estou falando sobre flores, para quem é bom entendedor!
Não parece uma rainha? Mas aqui existem os dois sexos.
Colocaram esta placa, para os mão-santa que tiram galhos das plantas. Mas, sinceramente, que mal tem pegar um galho de uma planta?
É muita 'neura de condomínio' e estou falando nisso no post anterior. Fazem uma reunião porque alguém sentou no banco, ou apertou o botão errado no elevador... Mas, para arrancar árvore, todo mundo tem bastante disposição. Não precisa reunião.
As flores estão aí, justamente para tal propósito: chamar a atenção dos polinizadores: a saber, todos os que viabilizam sua reprodução.
É por isso que a mão coça e vamos ao seu encontro, ou o nariz, ou o inseto, ou o mamífero outro, que não nós mesmos...
Não estou aqui para falar de termos técnicos, que os detalhes são mil. Já vi esses botões caídos na grama, e, num segundo depois, abrirem-se como mágica! Isso são experiências da minha infância.
Esta arvoreta chama-se Primavera e é muito perfumada. As flores vão mudando de cor, conforme vão ficando mais velhas. As Primaveras, por vezes, abrigam larvas de insetos, que depois viram borboletas. Elas costumam ser perseguidas até a morte, pois ninguém se dá conta de que são borboletas em processo.
Tornarei meus olhos repletos de rosas... Eu compro de vez em quando uma rosa , e, depois de admirar bastante sua beleza, viva, deixo-a morrer e admiro sua beleza, morta. Sim, pois nada é mais bonito do que flores mortas.
E na minha vida gótica não poderia faltar uma roseira sangrando de vez em quando...
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quarta-feira, 19 de março de 2014
Meus chás e minha vida gótica
Gosto de fotografar. Fui para o interior e fotografei os cemitérios de lá. Fiz algumas fotos legais. Acho importante produzir conteúdo para mostrar, mas gosto de admirar estas raridades como nosso deus Elvis tomando chá...
Estes chás eu comprei no Lubnan, restaurante que tem uma rodada vegana, a pedido nosso, pois somos clientes vip de lá, a muito tempo. Somos sempre muito bem atendidos. E o chá deles é muito interessante. O café, mais ainda. No estilo árabe verdadeiro.
Esse é um chá misto de flores de todos os tipos, rosas, tílias, calêndulas, prímulas e todo tipo de flores mimosas, por isso o gosto é neutro. Mas é muito bom. Tem pedrinhas de açúcar que eu, muito bruta, achei que fossem pedras de cristal e as separei e coloquei no sol.
No outro dia as formigas estavam felizes da vida, ao redor dos cristais - de açúcar. Deixei, pois elas merecem também comer!
É lindo!
O chá também possui folhas e raízes, no que é um complexo de energias positivas e delicadas...
Vou comprar mais um para presentear minhas amigas...e guardar nas minhas latas chinesas...
O vidro é uma lembrança da mãe.
Aqui está o chá de cavalo. Sim, por que tem essa cara de cavalo na caixa. Mas, embora tenha essa caixa, não me aguentei a curiosidade e comprei. É um chá do Ceilão, um chá preto, como o chá ao lado, o Tupi, que eu adoro! Só que o Tupi é baratex, custa R$3,40 e é produzido aqui mesmo. E o do Lubnan custou os olhos da cara. Da minha cara, não a do cavalo, claro está!
Aqui está o chá do Ceilão. Ele é de sabor médio para forte, como eu gosto. Prepara-se mais ou menos com uma colher de sobremesa, ou uma colher rasa de sopa das folhas. Para ficar fraco basta colocar mais água, ou colocar menos folhas.
Com um chocolate vegano fica muito bom também...
Estou lendo muito nesse período... em breve mostrarei o quê.
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