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domingo, 14 de julho de 2013

Soy milk e leites vegetais - opção vegana para quem adiciona leite ao chá ou café

Aqui no Brasil não é costume adicionar leite ao chá, pelo menos creio ser assim, pois nunca vi alguém fazer isso. Pessoalmente acho enjoado tomar chá com qualquer aditivo.
O açúcar, por exemplo, altera todos os tipos de chá, deixando-os todos com o mesmo sabor.
Eu uso açúcar branco refinadíssimo no café. E não discuto isso. Neste momento uso o mascavo porque tenho um pote imenso para o kefir.
Mas um café preto amargo tem seu valor.

Mas, para quem gosta de adicionar coisas em seu chá, é interessante usar o leite de soja (bebida de soja original) ao chá preto, por exemplo. O resultado é interessante. Nos catálogos de lojas de chá, existem informações de qual tipo de chá combina com o leite de soja.

Já encontrei no mercado chá verde pronto com soja, experimentei e achei ótimo. Mas não tenho costume de consumir chá gelado.

Existem muitas opções veganas para quem não toma o chá solitariamente, como eu.
Meu chá é solitário, quente, sem açúcar e sem doces. Nada para acompanhar. Só meus pensamentos, e às vezes, nem eles.

Para quem gosta de docinhos e salgados para acompanhar os chás, podem ser feitos de forma vegana. Procure por receitas deste tipo em diversos sites especializados. Todas ficam deliciosas e melhores que os doces feitos com laticínios, além de mais saudáveis, se alguém pensa nisso.

O café com leite pode ser saboroso com leite de soja. O leite de soja para uso culinário é mais 'salgado', sem o docinho da baunilha e é ideal para combinar com café doce. Mesmo o leite de soja original (aquele que tem o gostinho da baunilha, que eu adoro) fica bem com café.

O leite de coco (aquele das garrafinhas) também é uma opção.

Para os naturebas (não é meu caso em absoluto), pode-se fazer o seu leite de soja, castanhas, arroz, gergelim. Uma receita que ouvi ontem no rádio, sugere bater um coco no liquidificador com pouca água e coar, saindo um delicioso leite, com o poder das gorduras naturais do coco e sais minerais. Achei ótima a receita e vou fazer!



quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pratos práticos para o natal - soja agridoce com cogumelos

Começamos uma série de receitas veganas para o natal e ano novo! E com elas, dicas para seu natal não ser como o da maioria, um corre corre chato e que só desperta ansiedade em crianças e adultos. Não espere pratos elaborados, nem bebidas chics, pois há um pequeno detalhe: Não sei cozinhar! Mas se você gosta do blog e quiser arriscar, aí vai.
Soja agridoce feita a quatro mãos.
Essa receita é prática, mas precisa de um pouco de treino para ficar cada vez mais saborosa.
Primeiramente refogue a cebola com azeite. Pode colocar alho, fica a critério de cada um. Fiz com o que tinha em casa.
 Usei pimentões orgânicos da horta da minha mãe e açafrão da terra orgânico.
 Uso sempre o shoyu orgânico, mas dessa vez não deu. Leia sempre os rótulos dos molhos, pois alguns, além do glutamato monossódico, que causa entre outros problemas, dor de cabeça, alguns ainda possuem caldo de carne. Esse não tem nada disso.
 Temperos diversos, aqui usei azeite de oliva italiano. Não compro mais azeite português, nem espanhol, pois mesmo em crise, estes países investem grana pesada em touradas e outras barbáries. Temos esse cuidado. Não podemos fazer tudo, mas tudo o que fizemos é com reflexão.
 É mais fácil de lavar essa 'tábua' de legumes de vidro, mas pode usar o de madeira também. A tábua de carne é que deve ter muitas bactérias, mas as de legumes, lavando com bastante higiene, não tem tanto problema.Dica rápida: sempre coloque os utensílios de madeira para secar no Sol forte, antes de reutilizar. Lave com água quente e sempre que possível.
 Vá refogando os legumes com azeite quente, em pouca quantidade.
 A soja, previamente hidratada (lave bem antes, por favor), foi espremida para tirar o excesso de água e foi jogada na panela. Há modos de tratamento para tirar o gosto forte da soja, mas eu gosto assim mesmo. Alguns usam gengibre, limão e outros... tá valendo.
 Aí é só ir mexendo com cuidado, fizemos isso eu e meu marido.
 Um pouco de sal, meu marido é que lembra. Eu faço tudo sem sal. Porque me esqueço mesmo.
 A hora de colocar muito shoyu. O segredo desse prato é os temperos e o tempo de refogado, quanto mais, melhor.
 Refogar os legumes com vinagre também é uma dica super legal do marido. Eu lembrei de por vinagre de maçã bem depois, mas também fica bom. O vinagre é inflamável, então, não vá se empolgar! Cuidado no manuseio...
 Agora é só ir colocando os ingredientes. Que prato fácil de fazer!

 O azeite dá um sabor a mais na soja, vá colocando durante o preparo. Não pire com isso, por favor. Esse prato é para se fazer de vez em quando, não tem nada de mais se tiver um pouco de azeite.

 Temperos como o adobo, chimichurri, podem ser usados sem medo.
 O açafrão da terra em raiz é melhor, pois conserva as propriedades medicinais da planta. Corte bem fininho, muito fininho mesmo...
 Vá cortando os champignons, use outros cogumelos também. Ou não coloque nenhum, se preferir.

 Vá mexendo mais um pouco. Parece demorado, mas o prato é muito rápido.
 Aqui já está pronto.
Para acompanhamento, chá gelado de abacaxi. Arroz branco e só.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Comida vegana

 Massa integral sem ovos, comprada no Mercado Público
 receita feita com massa integral e cogumelos comprados frescos na feira orgânica
 saladas de agrião e alface orgânicas
 pepino comprado também na feira orgânica
 missô, massa de soja que serve para substituir o sal, com propriedades nutritivas e medicinais. Comprei no Mercado Público. Custa em torno de 9 reais, e dura uma eternidade, pois se usa muito pouca quantidade.
 brócolis orgânico comprado na feira orgânica.
 Soja em flocos, proteína de soja, comprada no Mercado Público. A soja hoje em dia só é plantada para alimentar o gado, que depois, boa parte será exportado para países ricos. A soja deveria ser cultivada para consumo humano, pelas propriedades medicinais e nutritivas e por ser um alimento acessível e barato. Muita gente questiona o consumo de soja, por ser monocultura, mas só o é, por causa da pecuária. Pois apenas uma pequena porcentagem é destinada ao uso humano. Novamente, quando pararem de comer carne, alguém poderá falar que a soja é monocultura, mas enquanto isso, ela é ainda uma ótima opção para novos vegetarianos e veganos por que substitui vários pratos que antes eram feitos a base de animais. Nós aqui em casa quase não utilizamos soja, mas sempre tem os que vem nos apontar o dedo, os mesmos que consomem a carne de gado, que é alimentado com soja. Coerência minha gente...
 Coisas de naturebas, adoro! Feijão azuki, é um excelente purificador dos rins e possui um sabor maravilhoso. Gergelim e farinha de linhaça, possuem o famoso ômega 3, 6 e etc que muita gente vai desesperadamente procurar nos peixes, contaminados com metais pesados e animais senscientes.
 Essa é uma novidade que achei no restaurante Vitalidade, um restaurante chinês vegetariano que abriu a menos de um ano na Pinto Bandeira. Eles tem uma lojinha de produtos chineses, orientais, etc. São algas, coloca-se na água para fazer salada ou usar em sopas. Tem um sabor interessante. Evolutivamente, as algas deram origem às plantas e foram uma das primeiras a sair do oceano, em busca da terra...Elas possuem sais minerais e elementos semelhantes aos encontrados nos peixes e demais animais do mar. (frutos do mar é uma expressão um tanto especista, pois são todos animais). Com R$6,00 compra-se este saquinho que dura uma eternidade, uma vez que as algas são bem consistentes e um pouco rende muito.
 Aqui estão as algas com sopa.
 Este porquinho baleiro ganhei de um amigo.
 Aqui está a alga seca. Ela é salgada e o gosto lembra bem o mar.

 Sucos verdes. Comprei um mixer (nunca me imaginei comprando eletrodomésticos) e uso todos os dias para preparar sucos verdes, que adoro. Sempre acrescento hortelã e poejo para dar um sabor especial. Também é bom colocar um pouco de limão.
 Uma lima, parente do limão, e meus apetrechos de sucos. Meu copo de coca cola que adoro, especialmente a cor. Já é o segundo, pois um quebrou...
 Graminha de trigo, comprada na feira orgânica, para fazer sucos verdes. Só não gostei pois a fibra fica presa nos dentes do mixer e é ruim para lavar.
 Chás de espinheira santa e cavalinha. E no cantinho, beterrabas, ótima fonte de açúcar de boa qualidade. Ela é mais rica em frutose do que em ferro.
Sucos de uva orgânicos, mais uma barbada da feira orgânica. No super, menos de um litro custa dez reais, mas na feira levei estes dois de dois litros cada, por 15 reais! São concentrados, pode-se acrescentar água e dura uma eternidade.
Consumindo produtos de qualidade, gasta-se um pouco aqui, mas economiza-se ali, nos médicos, remédios e outras coisas que a péssima alimentação vai somatizando ao corpo e mente.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A comida vegana é fácil e barata

 Claro que é muito mais legal postar fotos de comidas mais elaboradas e mais exóticas, para provar que a comida vegana é muito sofisticada e agrada a todos. Mas muita gente ainda tem o preconceito de que veganos comem coisas caras e que uma família pobre não pode ser vegana. Engano: a comida vegana é baseada em grãos, cereais, verduras, etc. Tudo é barato, se comprado nos lugares certos. Com um pouco de atenção se encontra em qualquer supermercado e em preços acessíveis.
 Fiz esse mousse de maracujá. Junta-se creme de soja, condensado de soja, 1 suco de maracujá com a semente e mistura na panela, cozinhando até engrossar. Leva minutos. O condensado custa R$3,40, o creme de soja, R$0,99 centavos e o maracujá não lembro. Os produtos à base de soja acima foram comprados prontos, mas podem ser feitos em casa, com proteína isolada de soja, farinha de soja, etc. Isso se encontra muito barato em casas naturais e até mesmo em super.
 O mousse fica idêntico ao feito de leite. Dura mais e é feito sem ingredientes animais, sem exploração humana, animal e ambiental.

 Este é o smoothie do Saúde no Copo, que meu marido me trouxe hoje de surpresa, um refresco gelado feito somente de frutas. Ele custa em torno de 10,00. O saúde no Copo fica em um bairro nobre da cidade, os preços são caros, mas a quantidade é também bem grande e a qualidade nem se fala. Tem gente que paga o mesmo para uma miniatura no MC Donalds e acha que está se divertindo. Esse refresco também pode ser feito em casa, existem diversas receitas na Internet. Claro que não ficará igual, mas fica muito bom.
  O sabor é o de frutas vermelhas. O lugar está sempre lotado, pois tem produtos de ótima qualidade e saudáveis.

 Esta comida eu fiz hoje a noite. É a polenta com molho. A comida italiana mais democrática que conheço.
 A polenta custa R$0,80 centavos e a proteína de soja custa de R$2,00 a R$3,00 o quilo. Com 1 pila se volta para casa com um saco grande de proteína, da grossa, média ou miúda. E dura tanto tempo que a gente nem lembra quando foi a última vez que compramos.
 Para o molho usei cebola, alho, sal, azeite de soja, azeite de linhaça com pimenta (opcional) e tomate picado. Tudo é relativamente barato e são coisas que rendem muito. Fiz a comida em minutos. Coloquei um pouco de creme de soja no molho para ficar suave.
O missô é um fermentado de soja, considerado um dos melhores produtos da soja pela sua qualidade nutricional e benefícios à saúde. Este pote custou em torno de R$8,00 e dura uma eternidade pois ele é salgado e substitui o sal. Mas pode ser feito em casa também.

Eu particularmente gasto em comida pois prefiro cuidar da minha saúde, do que mais adiante pagar mais caro pela saúde, que é um artigo de luxo aqui no Brasil. Mas para quem não pode gastar muito, a comida vegana é muito mais barata, é fácil de fazer e os métodos de higiene são mais seguros.
Nas escolas, na época em que estava no primário, a comida era servida com proteína vegetal, não havia carne, por causa do preço mais baixo e por causa sa higiene.
Todas as receitas podem ser adaptadas ao estilo vegano e acabam ficando muito mais saborosas. Palavra de quem já comeu carne e hoje considera a alimentação vegana muito mais saborosa e mais saudável.

Há também o chocolate vegano, que se compra no mercado público municipal. É uma barra de 1quilo que custa R$8,00. A gente quebra em pedacinhos com uma faca e tem chocolate por um bom tempo... Sem lactose, sem traços e super gostoso.
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