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sábado, 29 de novembro de 2014

A interface de Chespirito e os atores de Chaves com os fãs

O jornaleco famoso local, não publicou uma linha na capa de domingo sobre a morte de Roberto Gómez Bolaños, Chespirito. Alguns veículos midiáticos procuraram ignorar o que a Internet estampava em todo o lugar. O assombroso número de fãs de Chaves.
Silvio Santos foi genial quando trouxe o seriado para o Brasil. Observador que era, percebeu o sucesso total nos Estados Unidos. Todo fã é grato a ele e seu canal SBT pela vinda de Chaves ao país.
Amo as frases de Chespirito.
A Internet é o meio mais democrático que existe. Aqui não tem censura. Não há como tapar o sol com a peneira. É impossível disfarçar. Enquanto alguns invejosos ficavam comparando o ídolo mexicano com algum ator brasileiro, como se fosse o caso, milhares de pessoas pensavam na morte de Bolaños.
Mesmo que os jornais e a TV disfarçasse, sob pena de fazer propaganda para a emissora rival, na Internet, onde a liberdade impera e não há o controle da comunicação, todos expressaram o seu coração.
Eu escrevi um artigo sobre as referências aos animais nos episódios de Chaves/Chapolin, para a ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais, onde tenho minha coluna.
Chama-se: O herói da América Latina e nossas fragilidades leia abaixo:
Mandei para Rúben Aguirre pelo Twitter. Ele me respondeu!



O perfil oficial de Ruben Aguirre: https://twitter.com/jirafalesruben
Conheci o Kiko em show aqui em Porto Alegre, graças a uma amiga que me conseguiu ingressos, fiz foto com ele, o abracei, o que considerei especial.
Depois em sorteio pelo Facebook, ganhei uma camiseta autografada pelo Kiko, do Forum Chaves.
 Chegando no local do show em Porto Alegre - foto Marcio de Almeida Bueno
 Chegando no local do show em Porto Alegre - foto Marcio de Almeida Bueno
Depois do show, na hora da foto. O mais emocionante foi poder abraçar ele e dizer o quanto o admirava.
Kiko com o seu dublador, ele estava no show.
 Kiko, na época em que fez shows no país, foi condecorado Embaixador da Copa do Mundo aqui em Porto Alegre. Mas o chato é que nos dias da Copa ele não foi convidado, não enviaram sequer uma passagem ou um convite. Eu até tentei fazer alguma mobilização, achei que outros fãs pudessem se engajar, pois se ele estivesse aqui, passearia pelo país todo, mas não foi além. Quem esteve no Brasil em época de Copa foi Edgar Vivar, mas este ainda eu não conheço pessoalmente.

Kiko disse em seu show, com os olhos cheios de lágrimas, que todos nós somos responsáveis na vida dele, por ele comer, pelos filhos dele terem o que comer. Isso em espanhol significa, sustentar sua vida e família. Mas acho que em português também fica bem claro!
Chiquinha também agradeceu, chorou, se emocionou com os fãs.
O curioso disso tudo, é que eles estão velhos, ainda trabalham e todas as vezes ficam emocionados. Choram muito. E é emocionante. Quando eu vi Kiko pela primeira vez, não sei o que aconteceu, acho que me senti uma criança mesmo. Com a Chiquinha foi a mesma coisa. Mas com o Kiko foi mais, acho que por ser a primeira vez, e por admirar muito ele.

Conheci A Maria Antonieta de Las Nieves aqui em Porto Alegre, subi no palco com ela. Ela é realmente baixinha!
fiz esta foto bem pertinho dela, estava em cima do palco, junto com outros fãs.
fiz esta foto bem pertinho dela, estava em cima do palco, junto com outros fãs.
O mais legal de tudo isso, é que antigamente, os nossos heróis eram mortos. Os autores, os escritores, todos mortos. A maior parte, infelizmente até hoje é assim, morre pobre, sem reconhecimento. Depois é que são reconhecidos, e o pior, tem gente que ainda lucra com isso.
Só que no caso de Chespirito e sua turma, todos puderam saber que seus fãs os amavam muito. Eles sabiam disso e reconheceram. Retribuem o carinho dos fãs. Sua obra permanece há mais de 40 anos sendo vista em todos os continentes, isso é assombroso.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Sintoma é quando ignoram o mais importante

Publicado no site De Olhos e Ouvidos, a homenagem a Flávio Tavares e o comentário sobre o silêncio da mídia logo a seguir.
Agora eu me pergunto, o que leva a esse silêncio brutal, essa mania de puxar saco de uns e outros...mas silenciar quando alguém merece ser reconhecido, lembrado, lido?
E as mulheres onde estão? Por que elas não abrem o bico, não levantam as saias, não constroem as 'bases'? Ai não tem nada a ver com o assunto? ãHã. Tamo sabendo do trabalho feito por Maria do Rosário lá, nos Direitos Humanos, e antes, caçando os abusadores de crianças, etc, um ótimo trabalho! E de como tentaram minimizar seu discurso e diminuí-la com atitudes rasteiras e machistas.
Por que essa horda ditando o que todos devem fazer, ler, escrever, e pensar?
Que medo é esse? Não. Eu não quero saber a 'opinião' de ninguém. Quero mais ações, mais pensamentos e um bom tanto de revolta, sim senhorAs.
Flávio Tavares recebe Título de Cidadão de Porto Alegre

Foi também o homem que 'matou Dom Vicente Scherer' no mais célebre trote jornalístico do rádio que se tem noticia (Olides)

Vereador Pedro Ruas - proponente da homenagem

A Câmara Municipal concedeu, em Sessão Solene realizada nesta sexta-feira (26/9), o Título Honorífico de Cidadão de Porto Alegre ao jornalista Flávio Aristides Freitas Tavares. A proposta foi elaborada pelo vereador e presidente da sessão, Pedro Ruas (PSOL), que afirmou que a homenagem visa "dar reconhecimento a um dos nomes mais importantes do jornalismo gaúcho".

Pedro Ruas leu um trecho de um dos livros escritos por Flávio, intitulado Memórias do Esquecimento, e disse que jamais irá esquecer aquelas palavras: “O choque elétrico é a primeira dor profunda, mas a grande humilhação, símbolo da derrota e do ultraje, é despir-se. É o momento de mútua corrupção entre vítima e algoz”. O vereador explicou que Flávio sofreu na carne as técnicas usadas pela polícia para incriminar os inimigos do regime militar. "A tortura, os choques elétricos, o pau-de-arara e depois o exílio."

Segundo Ruas, Flávio sempre foi um cidadão do mundo, e agora está se tornando um cidadão de Porto Alegre. "Esta Casa se orgulha de oferecer ao Flávio o maior título que um representante gaúcho pode receber: o título da cidadania", afirmou o vereador, que comparou a homenagem a eventos históricos realizados pela Câmara, como a Abolição da Escravatura antecipadamente à abolição nacional, em 1884, e a restituição de mandatos de vereadores de Porto Alegre cassados pela ditadura Militar.

Militância e cidadania

Flávio Tavares descreveu a sua vida desde o momento em que veio para Porto Alegre, para complementar os seus estudos, até os dias atuais, narrando também os momentos históricos pelos quais passou durante a Campanha da Legalidade, em 1961, e o exílio durante a ditadura militar. "Por muito tempo não tive nacionalidade e, atualmente, tenho várias. É irônico mas este fato retrata os momentos em que eu não pude me apresentar como cidadão brasileiro", afirmou.

O jornalista ressaltou a importância da atuação militante e política dos jovens, pois, segundo ele, se este sentimento de manutenção da democracia plena se perder no horizonte deles, "desastres" como os golpes militares podem ocorrer novamente. "Fico feliz de ser considerado um cidadão de Porto Alegre e quero com isto levar as minhas histórias de militância política e jornalística a todos aqueles que acreditam que o exercício da cidadania é a única forma de assegurarmos que o Brasil seja uma país livre e democrático".

Trajetória

Flávio Tavares nasceu em 12 de junho de 1934, na cidade gaúcha de Lajeado. Em Porto Alegre, formou-se em direito na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs, em 1959. Naquela época, era reconhecidamente um militante político que buscava melhores condições de vida para a sociedade, organizando entidades estudantis, disputando comandos e formulando projetos de mudança social. Militante político no período da Legalidade, em 1961, tornou-se amigo do então governador do Estado gaúcho, Leonel Brizola, convivendo com ele no Brasil e no exílio e tornando-se um dos seus mais credenciados biógrafos.

No início dos anos 1960, Flávio foi um dos poucos jornalistas brasileiros a conviver com o guerrilheiro Ernesto Che Guevara, que, mais tarde, seria objeto de um de seus livros. Após o golpe militar de 1964, Flávio foi perseguido pelo regime que se instaurou no país, sendo exilado do Brasil, para onde retornou somente com a Lei da Anistia, de 1979.

Para o vereador Pedro Ruas, "a extraordinária experiência de Flávio Tavares teve intensa influência na sua atividade principal, o jornalismo, assim como esta teve influência em toda a sua maneira de ver e contar a realidade". O proponente lembra ainda que os trabalhos jornalísticos do homenageado são reconhecidos nacional e internacionalmente, servindo como referência literária os seus livros Memórias do Esquecimento e O Dia Em Que Getúlio Matou Allende.

Estiveram presentes na homenagem o vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, e o procurador-geral de Justiça, Ivory Coelho Neto, além de familiares de Flávio Tavares.


VEREADORES E ZH IGNORAM HOMENAGEM A FLAVIO TAVARES

Olides, deste uma de jornalista preguiçoso. Sobre a homenagem que a Câmara Municipal prestou a Flávio Tavares, na semana passada, publicaste apenas o release oficial. Um bom repórter que lá estivesse teria registrado pelo menos dois fatos inusitados. Um único vereador esteve presente, Pedro Ruas, o proponente do título de cidadão de Porto Alegre. Os demais edis onde estariam? Provavelmente, em campanha eleitoral. Mas não faltaram antigos colegas e amigos, como Carlos Bastos, Ibsen Pinheiro, Batista Filho (presidente da ARI), Antônio Oliveira, Guido Moesch, Ayres Cerutti, os poetas Armindo Trevisan, Fernando Castro e Maria Carpi, mãe de Carpinejar. Outro fato que causou estranheza: nenhum representante da Zero Hora - um diretor, editor ou sequer um repórter - prestigiou o colunista que ocupa, todos os domingos, um espaço nobre do jornal.

ABs, AGoulart
Fonte: http://deolhoseouvidos.com.br/

domingo, 31 de agosto de 2014

Materiais recebidos para compartilhar

O blog Desobediência Vegana e a Vanguarda Abolicionista http://www.vanguardaabolicionista.com.br/, https://www.facebook.com/VanguardaAbolicionista acabam de receber materiais do site http://www.pazeamoraosanimais.org de Vandir Natal.


Um vídeo completo, colorido e bonito sobre a causa animal, para ser assistido e distribuído para todos.
Sempre que recebemos algo, devemos fazer o mesmo, ou seja, passar adiante o material. Este vídeo será distribuído para pessoas interessadas, multiplicadores, professores, qualquer pessoa que assista e se comprometa a passar adiante, jamais quebrando a corrente de informação.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Reacionários da Grande mídia minimizam o direito à moradia

Os moradores das Ocupações urbanas aqui da região metropolitana e de Porto Alegre estão fazendo manifestações nas rodovias e parando o trânsito da cidade, na Zona Norte e no Tribunal de Justiça do Estado.
Ouvi numa rádio essa manhã um absurdo. O comentarista, um reaça bem conhecido, insuportável, dizendo (nas palavras dele): que os motoristas 'não tem nada a ver com isso' e que as pessoas estão atrapalhando o trânsito para requisitar, vejam só que absurdo, 'moradia'!
A maneira como ele falou, foi de uma forma tão jocosa, que mais parecia que as pessoas estavam pedindo doces, roupas melhores, mais músicos nas praças, mais fogos de artifícios à noite. Foi asqueroso.
E há um pequeno detalhe:
Você motorista bundão, tem parte neste problema sim.
Cada vez que você pega seu carro que mais parece uma lancha, cada vez que você sai de casa, alienado a tudo, cada vez que você liga sua TV multimídia ou seu celular indispensável, você tem parte em tudo que acontece. Cada vez que você está ausente de tudo e não sabe quem é o desembargador, o juiz e mal sabe o que se passa com quem está acima de nossas cabeças, com o serviço público, você é culpado.
Cada vez que você escolhe com seu voto de merda, políticos incompetentes, picaretas como aqueles  que são 'suspeitos' de cobrarem metade do salário dos funcionários (Celso Jancke (PP), José Francisco Nunes, o Francisco da Mensagem (PSB), e Doutor Pompeo (PTB) em Canoas, logo ali, aqui afinal ), cada vez que você concorda com esses comentarístas sem vergonhas que minimizam os problemas humanos, você é culpado por essa gente não ter casa. Eu pago aluguel. Seu eu soubesse disso antes, estava lá com eles. Tem gente ali, que é da cidade que eu morei durante anos.
Cada vez que você, sentado nesse carro, ignora os problemas sociais e até dá graças a deus por não ter que se envolver em nada, você é conivente, é abjeto e ainda vem com esse papo de que 'não tem nada a ver com isso'.........
Mas sonega impostos, colabora com patrão explorador, pode ser até o dono daquele monte de terras inúteis, cabanheiro, pecuarista, explorador de trabalho degradante, e depois: ainda defende expointer, ainda defende comer carne, ainda defende, defende.... sem saber e diz:

"não tenho nada a ver com o fato dessa gente não ter onde morar".
Pense bem meu amigo e amiga.

Greves e manifestações sempre existiram, são direitos presentes na constituição. É uma falta de respeito a forma de como esses jornalistas reaças tratam as pessoas pobres, dizem que 'a maioria da população está naquela região', o que é mentira, porque a maioria da população não está naquelas ruas, ele fala assim por que é classe média e tem carro. Ele acha que todos são ricos e todos tem carro e todos estão naquele momento, naquele lugar, ou seja, sujeitinho com o umbigo no centro.

E tem um detalhe bem interessante, que os donos de carro e os comentaristas da mídia reaça parecem não saber. Quando é para o povão a justiça é bem lenta, por isso o povo precisa protestar, mas quando é para os ricos a coisa anda bem rápida. E quando é para fuder (ou foder para os gramáticos) as pessoas, aí a coisa é rápida e anda mesmo. Aí mostram serviço.
Veja esse documentário para se colocar no lugar dos outros:
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