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quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Sarau Garagem dos Livros: Marcio de Almeida Bueno recita 'Na Madrugada'
Meu marido recitando recita seu mais recente poema, 'Na Madrugada', durante o Sarau Garagem dos Livros de 12/09/14, em Porto Alegre. http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/
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Sarau Garagem dos Livros de 12/09/14, em Porto Alegre - mais momentos de poesia e leitura
Sarau Garagem dos Livros de 12/09/14, em Porto Alegre
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| Ellen Augusta (eu) recitando o poema O frio a faz respirar |
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| Marcio de Almeida Bueno (meu marido) fazendo acompanhamento musical para meu poema |
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| Arthur Adams cantou uma música antiga |
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| Homero Bueno (meu sogro) recita seu poema 'A Pedra', vencedor do Concurso Literário Mansueto Bernardi 2012 |
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| Juliana Soares minha amiga, que tive o prazer de reencontrar, faz a leitura de um texto de seu irmão. |
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| Gerci Oliveira Godoy recita um de seus poemas |
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| Beatriz Barbisan recitando um de seus poemas |
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domingo, 14 de setembro de 2014
Sarau poético musical - letras solitárias, leitura em conjunto
A escrita quase sempre é um ato de solidão, escrevemos sozinhos, mesmo que dentro de nós exista o outro como objeto de nossa escrita, ou milhões de ideias que depois se traduzem em palavras.
As palavras no papel, se tornam públicas, pelo menos é o que quase todo escritor deseja. Ele quer expressar, e para tanto, há uma vontade de ser lido. Nem sempre, mas quase sempre.
Já escrevi para ninguém, já desejei a escrita como um ato sagrado, sem a necessidade dos olhos dos outros. Mas o mais emocionante é saber que você foi lido.
Participamos, eu, meu marido e meu sogro, do Sarau Poético Musical que acontece na Garagem dos Livros, mensalmente.
Ali descobri o aconchego de ser ouvida, de compartilhar, mas sobretudo ouvir.
Cada um tem ali um trabalho seu, uma leitura que o traduz, ou que simboliza seus gostos.
Dessa vez eu li uma poesia minha e A Minha Tragédia, poema de Florbela Espanca.
Florbela o escreveu de uma forma tão íntima, suas angústias ou seu encantamento poético, há tanto tempo passado, mas que me traduz, tão bem como aos seus secretos pensamentos.
Eu declamei o poema que eu fiz: O frio a faz respirar.
Leia e veja ele aqui: http://desobedienciavegana.blogspot.com.br/2014/06/o-frio-faz-respirar.html
A seguir postarei mais fotos e materiais - aguarde!
As palavras no papel, se tornam públicas, pelo menos é o que quase todo escritor deseja. Ele quer expressar, e para tanto, há uma vontade de ser lido. Nem sempre, mas quase sempre.
Já escrevi para ninguém, já desejei a escrita como um ato sagrado, sem a necessidade dos olhos dos outros. Mas o mais emocionante é saber que você foi lido.
Participamos, eu, meu marido e meu sogro, do Sarau Poético Musical que acontece na Garagem dos Livros, mensalmente.
Ali descobri o aconchego de ser ouvida, de compartilhar, mas sobretudo ouvir.
Cada um tem ali um trabalho seu, uma leitura que o traduz, ou que simboliza seus gostos.
Dessa vez eu li uma poesia minha e A Minha Tragédia, poema de Florbela Espanca.
Florbela o escreveu de uma forma tão íntima, suas angústias ou seu encantamento poético, há tanto tempo passado, mas que me traduz, tão bem como aos seus secretos pensamentos.
Eu declamei o poema que eu fiz: O frio a faz respirar.
Leia e veja ele aqui: http://desobedienciavegana.blogspot.com.br/2014/06/o-frio-faz-respirar.html
A seguir postarei mais fotos e materiais - aguarde!
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