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sábado, 16 de agosto de 2014

O mago que sonhava com sua máquina de escrever

Fui ver o filme sobre a vida de Paulo Coelho, Não Pare Na Pista - A melhor história de Paulo Coelho.
Na volta do cinema, na feira de legumes e frutas da capital, um feirante me contou que tem boa parte dos livros dele na estante.
Numa época em que os livros são baratos e são para todos, muita gente adoraria viver no tempo dos escribas. É o esnobismo intelectual. Não suportam a ideia de um feirante lendo.
Observo a forma como as pessoas criticam Paulo Coelho, sem nunca terem lido
um de seus livros. Por que essa perseguição?
Eu os li em minha adolescência.
Eu leio compulsivamente e não gosto de comparar escritores. São como o chá. Cada um tem um aroma e um sabor.
Os críticos se consideram superiores e entendidos.
Os invejosos, os ressentidos, fazem desses escritores fantásticos, alvos eternos.
Não pare na pista, conta a vida deste fenômeno que vende milhões de livros, usando palavras simples, cristianismo, simbologia, cativando o mundo inteiro.
Hoje eu detesto esoterismo e passo longe do que cheira à mística ou religião, mas amo simbolismos e Paulo Coelho sempre foi bom nisso.
Estudando artigos sobre as famosas acusações de plágios, francamente, não formei opinião. Nem me interessa formar nada. Tenho pavor de posições.
Sou mais da reflexão de Ezio Flavio Bazzo que diz "É importante lembrar e
tomar consciência de que, principalmente no chamado mundo artístico, onde todo mundo vive persecutoriamente se acusando de plágio, de cleptomania e de roubo de idéias, quase
nada é de autoria originária e legítima de alguém. Todos se nutrem dos mais variados furtos
intelectualóides, cuja propriedade e cujos direitos autorais, se fosse o caso, quase sempre
pertenceriam a remotos e esquecidos cadáveres."
O encontro dos dois malucos foi o ponto alto do filme. Não sou muito de ouvir Raul Seixas, mas as melhores canções vem de suas parcerias com Paulo Coelho. O que amei mesmo foi ter visto Paulo Coelho adolescente, sonhando como todos os escritores, desejando sua primeira máquina de escrever.

Para ler mais sobre plágio aqui vai a dica:
http://eziobazzo.blogspot.com.br/2009/01/psicopatologia-do-plgio.html

terça-feira, 17 de julho de 2012

A mulher que não suportava a bondade


Vi recentemente um filme de terror extremo, do famoso diretor de cinema Takashi Miike, conhecido pelos filmes de terror insuportáveis. Apesar de gostar muito de filme de terror, não costumo gostar deste tipo de filme, mas o filme que vi dele é muito bonito.
Chama-se ImPrint, e conta a história de um americano que volta a uma ilha de prostituição japonesa para buscar uma mulher pelo qual se apaixonou e lá encontra coisas inacreditáveis.
O filme mostra de uma forma singela e ao mesmo tempo terrível, o lado negro de todas as mulheres, suas doenças, fantasias, mentiras e bizarrices. A pobreza que condena milhares de mulheres à prostituição, que é ignorada pela quase totalidade de homens e mulheres que apenas fingem que isso não existe. O aborto como símbolo do feminino esquecido, renegado, e como símbolo de um machismo que permeia toda a sociedade.
A violência e crueldade feminina é mostrada com toda força neste filme, onde as cenas são de tal forma chocantes, que em muitas saí da sala para não ver.
O filme jamais nos faz esperar algo, pelo contrário, tudo o que esperaríamos das pessoas se corrompe, pois nada é o que parece.
Takashi Miike

Nada mal para uma realidade em que tudo se parece, mas que no fundo está corrompido por fantasias, inveja, canalhices de todos os tipos. O autor do filme apenas mostra que nem tudo o que esperamos de fato irá acontecer e que a maldade está mais arraigada do que podemos admitir.
Ellen Augusta 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Minha Série preferida: Monk

Monk é o seriado em que atua o adorável Tony Shaloub. 
Aqui há uma pequena biografia do ator.
Participou de inúmeros filmes, como Hermingway e Gellhorn, 13 fantasmas, Nova York Sitiada, Gattaca - a experiência genética, Família Adams, entre outros.
Numa entrevista para a Revista Net (acho que era esta), ele afirma que também tem suas manias, assim como Monk.

Monk: Adrian Monk (Tony Shalhoub) já foi um bem sucedido detetive da polícia de São Francisco, e se tornou uma lenda por seus métodos incomuns para solucionar os mais complicados casos do departamento.
Mas após a trágica (e não solucionada) morte de sua mulher, Monk ficou devastado e se tornou um obsessivo compulsivo. Sua desordem psicológica o levou a desenvolver um medo anormal de praticamente tudo: germes, altura, multidão e leite. Sua condição acabou lhe custando o seu trabalho, e continua sendo um desafio em sua vida diária.
A enfermeira pessoal de Monk, Sharona Fleming (Bitty Schram), o ajuda a enfrentar os desafios diários, oferecendo-o assistência até nas tarefas mais simples (como organizar sua gaveta de meias). Durante esse percurso, ela se tornou uma espécie de seguidora de Monk, como um Dr. Watson para o seu Sherlock Holmes.
Agora trabalhando como detetive particular, Monk continua a investigar casos das formas menos convencionais. Embora Monk não seja mais um membro da polícia, seu ex-chefe, o capitão Leland Stottlemeyer (Ted Levine) ainda pede a ajuda dele para conseguir ver outros lados dos casos que os policiais tem dificuldades para solucionar. Stottlemeyer também é um condecorado detetive, mas ele sabe que nunca será tão bom como o ilustre Monk... e isso o deixa maluco. Enquanto isso, o tenente Randall Disher (Jason Gray-Stanford) é o aspirante para se tornar o novo "o cara" do departamento, e aproveita toda oportunidade para aumentar o ego de seu comandante.
Monk é um detetive que tem medo do escuro, um detetive que tem medo de chicletes. Ele não tem nenhum problema para resolver um caso — desde que isso não envolva altura ou germes, e que seja próximo ao seu apartamento. A única coisa que ele quer é reconquistar seu lugar na polícia de São Francisco, mas será que ele é capaz de deixar suas manias de lado e solucionar crimes em tempo integral?

Ficha Técnica    
ELENCO
Tony Shalhoub (Adrian Monk), Traylor Howard (Natalie Teeger), Jason Gray-Stanford (Tenente Randall Disher), Ted Levine (Capitão Leland Stottlemeyer) e Emmy Clarke (Julie Teeger).
CRIADOR
Andy Breckman.
PRODUTORES/ESTÚDIO
Andy Breckman, David Hoberman, Rob Thompson e Tony Shalhoub/USA Originals.
ESTRÉIA
EUA: 12/07/2002


Monk theme song "It's a Jungle Out There" by Randy Newman.  It's a jungle out there Disorder and confusion everywhere No one seems to care Well I do Hey, who's in charge here? It's a jungle out there Poison in the very air we breathe Do you know what's in the water that you drink? Well I do, and it's amazing People think I'm crazy, 'cause I worry all the time If you paid attention, you'd be worried too You better pay attention Or this world we love so much might just kill you I could be wrong now, but I don't think so! 'Cause there's a jungle out there. It's a jungle out there.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cat Stevens - 1971 - Harold and Maude (Trilha Sonora)

Filme que marcou minha adolescência, e que vi algumas vezes...
Veja o filme, é super alegre, com frases lindas e profundas.

Harold and Maude - 1971 (Ensina-me a Viver)





Direção: Hal Ashby
Roteiro: Collin Higgins


Elenco
Ruth Gordon - Maude
Bud Cort - Harold
Vivian Pickles - Mrs. Chasen
etc


Trilha Sonora: Cat Stevens

01 - Don't Be Shy
02 - On The Road To Find Out
03 - I Wish, I Wish
04 - Miles From Nowhere
05 - Tea For The Tillerman
06 - I Think I See The Light
07 - Where Do The Children Play
08 - If You Want To Sing Out
09 - Trouble

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