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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Uma aula diferente - para saber de verdade o que é Justiça e para que servem as leis

O professor chegou e antes que alguém falasse algo, expulsou um aluno sentado na primeira fila...


  Primeiro dia de aula, o professor de 'introdução ao direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi
perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
        _Qual é o seu nome?
        _Chamo-me Nelson, senhor.
        _Saia de minha aula e não volte nunca mais! _ gritou o desagradável professor.
         Nelson ficou desconcentrado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas 
e saiu da sala.
        Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
        _ Agora sim! _ vamos começar. Para que servem as leis? Perguntou o professor. Os alunos assustados ainda, ficaram quietos, porém pouco a pouca e timidamente começaram a responder à sua pergunta.
        _ Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
        _ Não! respondeu o professor.
        _ Para cumpri-las.
        _ Não!
        _ Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
        _ Não! Será que ninguém consegue responder essa pergunta básica?!
        _ Para que haja justiça _ falou timidamente uma garota.
        _ Até que enfim! _ exclamou o brabo professor. É isso , para que haja justiça. E agora para que serve a justiça?
      Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira daquele professor desconhecido, ainda mais que era a sua primeira aula. Porém seguíamos respondendo:
        _ Para salvaguardar os direitos humanos...
        _ Bem, que mais? _ Perguntou o professor.
        _ para diferenciar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem..
        _ Bom, não está mal, porém respondam a esta pergunta: "Agi corretamente ao expulsar Nelson
 da sala de aula?"
        Todos ficaram calados, ninguém respondeu.
        _ Quero uma resposta decidida e unânime!
        _ Não! _ responderam todos de uma só voz.
        _ Poderiam dizer que cometi uma injustiça?
        _ Sim!
        _ E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos de vontade necessárias para praticá-las e exigir que a pratiquem? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar  uma injustiça. Todos. A omissão  é tão grave quanto a injustiça. Não voltem a ficar calados, nunca mais!
     _ O conceito a ser aprendido: "Quando não defendemos nosso direito, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia". Certo?
     Por favor, alguém vá buscar o Nelson, ele está do lado de fora, ao lado da porta. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período e só vim ajudar nesta primeira aula. Abraços e bom dia.

sábado, 21 de setembro de 2013

Dia da paz - estendendo o direito da paz aos desfavorecidos

Hoje é comemorado o dia da paz.

Eu desejo paz ao mundo, especialmente aos que são pobres e aos doentes. Desejo saúde e justiça aos desfavorecidos. E desejo mais esclarecimento aos reacionários e preconceituosos, quando da ignorância a respeito das minorias e dos esquecidos da sociedade, a saber, os loucos, os presidiários, as mulheres pobres, os travestis e as crianças (a lista é muito maior).
As falácias criadas pela moral cínica são logo desmascaradas por quem pensa e tem opinião própria. A sociedade precisa de saúde, educação e justiça. E não é violando direitos humanos para uns, que será concedido direitos a outros.
Quando setores da sociedade deixarem de ser corruptos e ignorantes, mais coisas positivas acontecerão.
Quando a população não aceitar mais a falta de honestidade e combatê-la em si mesmo, o país alcançará o nível intelectual de certos países do primeiro mundo.
Os animais fazem parte do círculo moral e ético onde está inserido o ser humano, que é o animal arrogante.
Eu, ativista pelos animais, vegana por eles e por minha consciência, desejo ao mundo a paz de conviver com seus parentes mais próximos, animais de todas as espécies e formatos. Não somente os vertebrados, como desejam alguns, mas todos os animais.
Ellen Augusta


Dante's Prayer
inspired by Dante's The Divine Comedy (a vernacular poem in 100 cantos), Loreena thinks about the human condition and how we all want to believe there is a place better than our own. An almost sorrowful and yet hopeful melody. Italian poet, Dante (1265-1321) gave an explanation of what happens after we die and this question is still just as controversial today.

Loreena McKennitt's haunting music combines a Russian Orthodox Easter hymn with her own music and imaginative lyrics about a prayer Dante might have uttered after he and Virgil had left Hell's icy center and were journeying close to the threshold between Hell and Purgatory.

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