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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um fanzine muito feminino - Interurbano a cobrar

É chamado Interurbano a cobrar. Gozando a vida. De uma menina chamada Cynthia Vasconcellos
Um dos fanzines mais lindos e originais do grupo de fanzines que meu marido me deu. Isso que ele me deu os que ele não queria mais... Raridades, poesia. Por onde será que anda a autora dessa obra de arte?
Lembrei mesmo da época que precisávamos ligar para um número (acho que era 107) do orelhão, para pedir uma ligação a cobrar. Amo telefones, orelhões, que aqui na minha cidade e região, estão depredados, pelo desprezo das pessoas que hoje são dependentes dos 'minutos livres' do celular.
Essa flor é daquelas que eu ganhava na escola quando tirava boas notas. Coisa de professoras mimosas. Era de molhar num pires com água. Nossa voltei no tempo...
A temática é a morte. O texto é belíssimo.
"O encontro com a morte limpou uma porção de teias de aranha. Coisas que outrora eram grandes problemas, agora não parecem tão importantes."

(essa eu amei: "só depois de ter formado o salto é que o acrobata viu que a picina estava vazia"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Doação de livros para presídio agrícola

 Sempre fui contra os presídios, que sinalizam muito bem nossa hipocrisia e incompetência social. E apoio um modo de pagar a pena com trabalho, como é o caso deste presídio agrícola, o qual já fizemos doações de livros para sua biblioteca. Os presos têm acesso aos livros e têm aulas também.
 Recebi três caixas de material sobre drogas. Por conta de ser professora, acabo recebendo muita coisa. Muitos professores deixam os materiais em casa, acumulando pó e desatualização. Mas eu gosto de repassar tudo o que recebo ou aproveitar ao máximo nas minhas aulas. Pois tudo fica velho e devemos nos atualizar sempre.
 O material contém um livro do professor, vídeo, cartazes, e muitas caixinhas, uma espécie de kit com todas as drogas e informações sobre cada uma delas.
 Um lugar como um presídio é o local ideal para receber este material, que com certeza será aproveitado pelos professores e colaboradores do lugar.
 Essas são as caixas com livretos sobre todas as drogas. Já fizemos doação de livros para essa mesma instituição no ano passado. Recebemos até uma carta de agradecimento, com fotos dos trabalhos realizados lá. Acho importante o reconhecimento, pois tem lugares que fizemos doação e depois ficamos sabendo que os livros nem foram catalogados, ou foram jogados fora. É, no Brasil temos isso sim!
Então, não é fazer o bem sem olhar a quem e sim fazer o bem para quem irá aproveitar e semear o bem. A intenção aqui é fazer com que o bem se espalhe e não morra.
Para doar, abaixo está o endereço. Escolhi este, mas existem muitos locais precisando de materiais. E coisas como estas sempre são bem vindas.
Aliás, foi no Twitter que conheci essa opção para doação. Lá temos muitas notícias boas e links do bem.

Associação Justiça Social
Rua Des. Homero Mafra, 60
Enseada do Suá - Vitória/ES

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Projeto "Corrente do bem da leitura"

Consiste em dividir o material que temos com a sociedade. Passar adiante.
 A idéia é deixar livros pela cidade, com um carimbo para passar adiante... senão muita gente acha que o livro está perdido.
 A idéia surgiu quando comecei a receber muitos materiais interessantes, mas não tinha exatamente para onde mandá-los... Ia deixando em cafés, restaurantes, bibliotecas ou outros. Também já mandamos muitos livros para uma biblioteca do presídio agrícola do Espírito Santo.
 Alguns livros sobre meio ambiente mandei para bibliotecas de ongs ambientais, mas infelizmente alguns desses grupos são muito desorganizados e até hoje os tais livros não foram catalogados.
 Os materiais que tenho agora não falam de meio ambiente e Biologia. São materiais sobre direitos humanos e direitos animais. Alguns são mais "religiosos". Embora eu não tenha religião, repasso estes materiais por acreditar nas suas idéias de justiça, direitos humanos e animais.
 Alguns desses materiais
 Há um projeto chamado Estante Pública que esteve aqui perto de casa um tempo atrás nas paradas de ônibus. A idéia era deixarmos e levarmos livros que eram organizados nas laterais da parada, como se fosse uma estante. Eu deixei milhares de livros que já havia lido, como romances, livros de Biologia já meio desatualizados (mas que ainda servem para alguém), números da revista The Ecologist com matérias fantásticas, CDs e vídeos também.

 Alguns exemplos de livros distribuídos em restaurantes, cafés, etc. Materiais cedidos pela Mariléia do grupo Ramatiz.

 Este material vai ser enviado a escola de línguas.
São revistas da LAV ong italiana de direitos animais. Infantis e adultas. E também um plano de aulas para o professor.
tenho alguns materiais em francês, inglês e espanhol. Além de português, é claro.


Se achar legal, faça isso também!
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