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quarta-feira, 15 de abril de 2015
Videogames Sem Controle lança seu terceiro EP, intitulado 'Nunca Andei O Bom Caminho'
A banda gaúcha Videogames Sem Controle acaba lançar seu terceiro EP, intitulado 'Nunca Andei O Bom Caminho', pelo selo Falência Fraudulenta, de Porto Alegre. São cinco faixas do que o power trio convencionou chamar de rock torto, que mescla a psicodelia ao minimalismo e até mesmo a um progressivo não-virtuoso. A maior mudança foi que o líder Marcio de Almeida Bueno, multiinstrumentista, compositor e vocalista, assumiu o piano, que se tornou o instrumento central das músicas, inclusive para solos. As influência seguem sendo Arnaldo Baptista, Roberto Carlos, Júpiter Maçã, The Beatles, Os Mulheres Negras, Tom Waits e minimalismo. A primeira faixa é 'Eye from the outer space', com seu piano hipnótico. A inusitada letra é do baiano Daniel Barbosa, parceiro de longa data, que apesar do título é em Português. A segunda faixa, 'Nunca andei o bom caminho', é uma espécie de Tim Maia versão garagem, com bumbo calcado no rap-jazz-soul. 'Decifra-te ou eu me devoro' foi composta há mais de 25 anos, e só agora recebeu registro sonoro. Vocal dobrado, refrão com palmas e solos de violão. A quarta faixa é 'Me sinto ridícula - o amor adolescente', com letra de Ellen Augusta. Mudanças de andamento, guitarra distocida e piano disputando espaço em meio a um clima confessional. O EP fecha com 'Tudo aquilo que me dói', também com mudanças de andamento, solo de cravo, levada de bossa nova com intimismo lisérgico. O disco foi gravado na primavera de 2014 e verão de 2015 no C. Bukowski Studios, na Capital gaúcha. Melhor se escutado em uma tarde chuvosa. Videogames Sem Controle é Marcio de Almeida Bueno (voz, piano e baixo), Oswaldo Lee (violão e guitarra) e Thales M. (bateria e percussão). Contatos podem ser feitos via tudoestavaigualcomoeraantes@gmail.com. O EP completo pode ser escutado na íntegra em https://youtu.be/WoSH81bb4Z4.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Viração Noturna
Música do grupo Videogames Sem Controle para a poesia de Maria Helena Sleutjes
Leia o poema de Maria Helena Sleutjes
VIRAÇÃO NOTURNA
[ La terre mord son destin. Je suis sur le toit. Tu n'y viendras plus. Paul Elouard]
Brisa do mar
brilhos de lua
viração noturna.
Mais uma vez
descreio do amor
e como a noite escura
fecho os olhos
para os sonhos.
Viração noturna
revirando a vida.
Sobre os telhados,
invisível,
o silêncio ronda.
Recolho
pequenas estrelas
caídas,
hastes de flores
pendidas,
pingos de chuva…
Mas
todas as festas do sol
sobre o oceano
estão perdidas!
VIRAÇÃO NOTURNA
[ La terre mord son destin. Je suis sur le toit. Tu n'y viendras plus. Paul Elouard]
Brisa do mar
brilhos de lua
viração noturna.
Mais uma vez
descreio do amor
e como a noite escura
fecho os olhos
para os sonhos.
Viração noturna
revirando a vida.
Sobre os telhados,
invisível,
o silêncio ronda.
Recolho
pequenas estrelas
caídas,
hastes de flores
pendidas,
pingos de chuva…
Mas
todas as festas do sol
sobre o oceano
estão perdidas!
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