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sábado, 13 de junho de 2015

Encontrando Chaves no centro

Sempre que vou ao centro encontro referências ao Chaves e Chapolin, e vou atrás de registrar essas coisas para meu blog e para minha coleção de fanática do Chespirito. Essa Chavita fazia propaganda para uma loja.
Fui atrás deste Chapolin que animava os passantes na esperança de que comprasse um determinado produto!
Para quem é fã, as referências estão em toda a parte. Uma fragmento de uma imagem, uma palavra, e todos os fãs já entendem do que se trata e quem gosta de outros seriados, filmes, etc sabe bem do que estou falando.
  Este senhor abaixo está sempre no centro, encontrei-o na Feira do Livro, mas já o vi tendo um piripaque no meio da Rua da Praia...
 É meio infantil sim senhora, mas sou muito madura no que deve ser, adolescente até não mais poder, então neste quesito (Chaves e todos os personagens de Chespirito, até mesmo os desconhecidos aqui no Brasil) sou o que eu quiser, vivo o meu lado mais feliz.
 Neste shopping, o segurança nos abordou, pois é proibido tirar fotos das lojas. Mas, o que me interessava eram os bonecos!?
O ícone mais amado dos brasileiros... Para Seu Madruga, dez da manhã são dez da madrugada!
E quem nos faz sorrir assim, de uma forma tão singela merece uma ajudinha... A de, quem sabe, dever eternamente apenas 14 meses de aluguel...e nada mais do que isso... ;)


A venda de churros - fragmento - Chaves arruma um jeito de comer...

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Seu Madruga professor e o educador que todos nós somos

Os tipos de professores que somos
Quem não gostaria de ter um profE como o Seu Magruga, neste episódio?


Don Ramón mostra toda sua experiência de vida, sua malandragem, e seu saber, nos poucos minutos de aula, enquanto o professor Girafales precisa sair.
Porém o professor Linguiça tem seu método de aula e eu não considero enfadonho. É apenas seu jeito.

Não acho que um professor deva ser um show, um apresentador. Isso acabou virando moda por causa dos cursinhos de pré-vestibular.
Eu não aprendi nada com esses cursinhos. Só vi palhaços na minha frente. Não considero bom professor, o sujeito que vive cheio de sorrisos, ou o simpaticão, ou a amigona. Nao! Ao contrário. A vida já me ensinou muito bem que quem vive de sorrisos nem sempre está verdadeiramente feliz.
O bom professor é autêntico. Ele é o que é. Não dá nada de graça e nos ensina a buscar. E se não conseguimos, nos auxilia, empresta sua mão.
Por isso este episódio é tão sensível. Os dois professores estão aí, para alunos torpes, um é o clássico, o outro é o simplório. Chaves não tem os pais para levá-lo até a sala de aula.

E Chespirito tem alma para criticar como é idiota esse cartesianismo escolar, que obriga, todo dia das mães, todo dia dos pais, todo dia santo, enquadrar crianças que não tem mãe, não tem pai, não tem crença, nestes moldes cretinos. E lá vai Chavito, sozinho, com fome, sem incentivo de ninguém, estudar. Quem? nunca? esteve no lugar? E se você estudou sempre em escolas douradas, acorde para a realidade de países da América Latina, onde se lê mais que no Brasil, e há crianças pobres, com fome e dificuldades. As escolas públicas podem ter lá suas dificuldades, mas nem sempre são tão horríveis como costuma pensar a classe média. Existem sim, bons professores, bons projetos, livros, empolgação e cultura nestes lugares. Eu sempre estudei em escolas públicas. Tenho sim más lembranças de professores medíocres, ok. Nada que depois não tenha encontrado no particular aos montes. Mas ali, no ambiente público, encontrei preciosos mestres, muito conteúdo, livros, bibliotecas e gente disposta também. Comi merenda, não tinha vergonha. E tinha proteína de soja. Ninguém sabia o que era. E não tinha frescura. Então, para quem é pobre, não fique naquela tristeza de não poder pagar uma escola particular. Entre numa escola pública e participe dela. Existe gente boa por lá.

Para meus leitores, para nós professores, e para todos nós eternos alunos, deixo estes episódios do Chaves, em Espanhol, que é para treinar outro idioma. Depois façam o exercício do pensar e lembrem de seus professores, todos nós temos alguns, dentro do coração.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Eu só voto na Gentalha

Seu Barriga é  favor de que se cobre apenas 14 meses de aluguel e que se more toda a vida na vila.
Chapolin defende os Motoboys e que se tenha direito a falar com seu amigo invisível, Don Casinto quantas vezes se lhe der na telha.
Seu Madruga defende o direito ao ócio e um país sem aluguel. Tempo para viver sua vida, sem sustentar patrão, inventando trabalhos simples para viver em meio à gentalha. Sou sua fã!
Oh Acapulco! como diz a música Golden México, de Joelho de Porco.
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