terça-feira, 31 de maio de 2011

Já chegaram meus livros!!!!

 Na segunda mesmo já chegaram as duas encomendas. Este é o livro da ANDA http://www.anda.jor.br/ onde eu e meu marido temos publicação!!!! Que orgulho!!
O livro está a venda no site e o meu artigo é justamente sobre a denúncia da exploração dos animais na literatura citando o escritor abaixo como modelo.
 A outra encomenda foram os livros do Ezio Flavio Bazzo http://eziobazzo.blogspot.com/ atendimento rápido... 
O Prostitutas, bruxas e donas de casa vai para um amigo como presente, os outros são para mim!!! Um deles está em espanhol, que ultimamente estou adorando ler coisas em espanhol.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O sacrifício de cachorros na periferia de SP e a cachorrada humana

Difícil entender por que a mesma população que se arquejou de espanto e em vômitos com a descoberta de um matadouro clandestino de cães e de gatos na periferia de SP não está nem aí para os abatedouros públicos de vacas, cabras, porcos, galinhas, rãs, coelhos, faisões etc. Paradoxalmente, esses mesmos hipócritas que se escandalizaram com a natureza do negócio e com o tipo de carnificina são os mesmos que estão todos os dias em fila diante dos mercados e dos açougues para comprar peles, sangue e tripas de porcos, costelas de bezerros, coxas e corações de galinhas, miolos, fígado e língua de bois. Repito: para comprar pele, fígado e língua de bois! Ora! E, além disso, foi exatamente essa gentalha que fez escárnio e escândalo sobre o cardápio e sobre o canibalismo dos tupinambás! Outra hipocrisia, pois é evidente que quem come um pato laqueado seria capaz de comer uma criança laqueada. Que quem come um bode ou um porco no espeto, dependendo das circunstâncias, seria capaz de fazer um churrasco com um irmão, um primo, o pai ou um vizinho. Então, em quê os coreanos e os outros orientais que encomendavam e consumiam as carnes e as vísceras de cães e de gatos capturados nas ruas e assassinados, seriam mais bárbaros e mais desprezíveis do que os que devoram uma ou duas vacas por ano? Dez ou doze frangos por mês? Meio porco a cada fim de semana? Quilos e mais quilos de caranguejos a cada veraneio e dois ou três perus a cada natal? Até uma criança de cinco anos seria capaz de perceber que a voracidade patológica, a ausência de ética e o mau caráter desses personagens são exatamente os mesmos. Um idiota com quem conversava sobre o assunto me dizia: Mas não comer cachorro e nem gato é lei! Lei? A lei é mais desprezível ainda. Vejam o que diz o texto da tal lei: [Animais domésticos, aqueles de convívio do ser humano, dele dependentes, e que não repelem o jugo humano (e que não repelem o jugo humano) não podem ser criados para o consumo]. Ou seja: aquilo que não for domesticável pode ser devorado!
Ezio Flavio Bazzo

sábado, 21 de maio de 2011

Lançamento de livro da ANDA - Agência de notícias de Direitos Animais com meu artigo!

Neste livro, há um ensaio meu sob o título: O alcance da ética e do especismo: a denúncia da filosofia e da literatura. E um ensaio do meu marido, Marcio de Almeida Bueno, sob o título: Do especismo, da esquizofrenia moral e da reação ética "pé na porta".
A Agência de Notícias dos Direitos Animais (ANDA) lança o livro Visão Abolicionista: Ética e Direitos Animais, na Matilha Cultural, dia 24 de maio, às 20h. Nesta data, haverá debate com presença dos autores Laerte Levai, promotor público, Tamara Levai, bióloga, Dennis Zagha Bluwol, geógrafo, e da organizadora Silvana Andrade, jornalista.
A edição desse volume marca um passo importante na trajetória da ANDA, “a luta pelo respeito à vida e à liberdade dos animais, por muito tempo vista como produto do sentimentalismo romântico e inconsequente, começa a ganhar destaque em nosso país, e passa, finalmente, a ser um movimento legítimo com propósito claro e apoiado sobre forte base tanto científica quanto filosófica”, explica Silvana.
O livro demonstra que os defensores dos animais no Brasil aprenderam, tanto quanto seus opositores, a importância da reflexão, do conhecimento e da argumentação racional. “Os direitos animais são a continuação lógica dos direitos humanos. Eles vieram para somar e aprofundar, não para reduzir ou relativizar”, adianta Silvana Andrade.
Os direitos fundamentais à vida, liberdade e integridade que o ser humano, na sua arrogância, um dia atribuiu à sua excepcionalidade no universo, agora são percebidos nitidamente como inalienáveis das outras formas de vida animal. “Isso porque o que define a posse desses direitos fundamentais não é sua indubitável capacidade de construir e imaginar mundos inteiros e expressar-se pelas mais sublimes formas de arte, mas sim o respeito pela vida e a liberdade é a sensibilidade e a consciência – a senciência, que faz com que todo animal defenda sempre sua vida e liberdade”, arremata Silvana Andrade.
Serviço
Evento: Lançamento do livro Visão Abolicionista: Ética e Direitos Animais
Data: 24 de maio de 2011
Horário: 20h
Local: Matilha Cultural – Rua Rego Freitas, 542 Consolação
Tel.: (11) 3256-2636
Aquecimento Central: Dj Zinco + Dj Soares + Marginals

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quefir e os benefícios para a saúde!

Como é composto o quefir e quais os benefícios para a saúde?
Ciência Hoje - Vol. 37 nº222 pág. 4

O quefir (ou kefir) é uma bebida fermentada (a partir de leite, sucos de frutas, leite de soja, mel e outros líquidos) porum conjunto de microorganismos mantidos encapsulados em grãos gelatinosos com cerca de 2 cm de diâmetro ecapazes de se auto-propagar, característica que permite obter duas colheres de grãos de quefir a partir de uma, emapenas um dia de cultivo em solução açucarada.
Sua eficácia como probiótico (ingrediente alimentar microbiano vivo cujo consumo é capaz de exercer efeitos benéficos à saúde) vem sendo comprovada há séculos na medicina popular e na literatura médica em diversos países.
Entre esses efeitos destacam-se: a melhoria na digestão de açúcares e proteínas, a ação antibiótica contra um largo espectro de patógenos (incluindo coliformes fecais, estafilococos, heliobactérias, salmonelas e listérias), além do tratamento  complementar de diarréias, tumores e moléstias do trato respiratório (pneumonia, bronquite e tuberculose) e circulatório (colesterol elevado e aterosclerose). Toda essa atividade baseia-se  na produção de substâncias ativas dos mais de 50 microorganismos distintos presentes no quefir.
Esses micróbios benéficos compreendem bactérias de ácido láctico, como lactobacilos (Lactobacillus casei, L. acidophilus, L. bulgaricus), lactococos (Lactococcus lactis), leuconostocos (Leuconostoc citrovorum, L. mesenteroides, L. cremoris), acetobactérias (Acetobacter aceti, A. rasens) e estreptococos (Streptococcus thermophilus, S. lactis) - alguns encontrados também em iogurtes e leites fermentados -, além de certos fungos (Kluyveromuces sp., Saccharomyces sp, Candida kefir e Torula kefir).

Texto de José Maurício Scneeedorf (laboratório de fitofármacos, Universidade de Alfenas (MG).

O estudo do quefir é feito preferencialmente no quefir à base de leite de vaca, por razões históricas e de tradição. Mas hoje se encontra o quefir na maior parte das vezes em água mineral com açúcar mascavo, devido às dificuldades de conservação do leite, etc. Todos os lugares onde procurei o quefir, cultivavam-o em água com açúcar mascavo. Para as colônias de bactérias e fungos, o importante é a fermentação. E nós consumimos o quefir de água a alguns anos e temos notado ótimas diferenças na saúde, visíveis ou não.
 Estamos cultivando o quefir em água mineral e geléia de frutas, geléia de menta e geléia de gengibre.
Entre os benefícios que notamos estão a regularidade intestinal (a dieta vegana também ajuda nisso), diminuição da ansiedade, melhora na digestão; tomado em jejum pela manhã, dá uma sensação de alívio imediato, pois limpa o organismo. Também ajuda na questão de "gases" e "cheiros" melhorando tudo significativamente...
Quando o quefir começar a crescer, ofereça a um amigo ou a um vizinho e mostre os benefícios deste probiótico milenar.

sábado, 30 de abril de 2011

Comidinhas veganas! Fotos maravilhosas

Fiz uma seleção de algumas comidas veganas.
Aqui está a famosa soja agridoce do nosso amigo Geraldo que nunca revela o segredo de ela ser o melhor prato que já provamos! Uma dica é usar gengibre para tirar o gosto forte da soja...
Espetinhos de glúten. Uma das formas de se fazer churrasco vegano.
 comida caseira, feita aqui em casa. Feijão olho de cabra, arroz integral, saladas e bife de soja.
 Páscoa, chocolates de soja da Olvebra.
 Cogumelos: ótima fonte protéica e de vitaminas. São caros, mas a carne também é.
 Eu fiz estas: salsichas de glúten da Superbom fritas em azeite de oliva até dourar.
 Cachorro quente com salsichas vegetais...feito em panela de ferro...
 Soja do Geraldo...a melhor que já provamos...
Existem diversas marcas de massa sem ovos. A massa de sêmola geralmente não tem ovos. Leia sempre os rótulos. É muito divertido e educativo!
 detalhe dos cogumelos...
 detalhes das salsichas fritas (comida de quem não gosta de cozinhar...)
Os cogumelos que comprei para fazermos receitas. Eles são gigantes. Saborosos e diferentes. Amo!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Passeios em Porto Alegre

fotos de Marcio de Almeida Bueno http://diretodeportoalegre.blogspot.com.br/
Lugarejos da capital que poucos conhecem
 detalhes da arquitetura e o sol que embeleza tudo.
 Admiro muito a arte urbana e só depois de conhecer uma bela cidade é que fui ver o quanto amava ser urbana, coisa que sempre fui, mas quando se mora longe da capital as coisas funcionam como no interior.

 Adorei este detalhe de um prédio de negócios.
uma rua movimentada durante a semana.
Diferente de arte a pixação é coisa de gente oca que apenas precisa marcar um espaço já que dentro de si o vazio é imensurável. E são sempre besteiras e frases sem sentido, já que se tivessem algum pingo de inteligência não seria pixação. Aliás, essas pobres pessoas estragam a cidade para si mesmas, já que o espaço é de todos. Mas aqui no terceiro mundo a ficha ainda não caiu.
O ignorante que pixou o elevador não deve suspeitar que este elevador é para deficientes físicos.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Moda: use o que você tem! Sapatos veganos

 Sapatos veganos? Não, não são de outro planeta, encontramos em qualquer lugar! São sapatos isentos de pele de animais como o couro de vaca, de porco, etc. São super comuns de encontrar e mais baratos. Depende da marca, algumas marcas são caras por conta do conforto, como a Piccadilly. A marca não faz propaganda de que é vegana e provavelmente não conhece esse filão de mercado, mas o fato é que seus produtos não são de couro e sim de materiais sintéticos reciclados e super macios, característica da marca.
 Esses são sapatos da marca Beira Rio, super macios e bonitos, já gastos por dentro, do uso, mas por fora super conservados. O de bico redondo uso para noite pois tem um salto super alto.
 Esses dois são da Piccadilly, confesso que depois que experimentei, não imagino como pude viver sem esse conforto.

 O Beira Rio de salto alto...

 Os da Piccadilly super conforto...
 Melissa, já tive muitas mas vendi todas elas, novas ou nem usadas. A última que ganhei da sogra era linda, mas machucou meu pé e acabei vendendo para uma fã colecionadora de Melissas. Hoje tenho alguns chinelinhos e tamancos da Melissa.
 Sandália de brechó.
 Essa é linda, apesar de muito alta, é super confortável e dá uma boa estabilidade no pé. Garimpei no brechó Duas Mãos Quatro Patas, com ajuda do marido que as viu...
 Alpargatas, alguém conhece? De origem uruguaia (embora haja gaúcho que pensa que alpargatas é gaúcha). Esta foi comprada numa cidade de cultura italiana, na Serra Gaúcha.
 É um tipo de calçado feito em corda e tecido, super macio e diferente. Uso em várias ocasiões, para passeios, em casa, até para sair dependendo do lugar.
 A origem: Uruguai.
 Reparem como é macia, o solado é de corda.
 Esse é sintético como todos os meus sapatos, a marca está com uma grande linha de sintéticos.
Ele está a procura de um sapato social sintético, é mais difícil de encontrar por causa da combinação entre o número, forma do pé e que seja sintético... nem sempre se acha. Ao chegar em casa deixamos nossos sapatos aí embaixo. Nunca usamos sapatos em casa, evita doenças para os gatos e também para nós.
 Agora a chinelagem: esse é o de usar dentro de casa.
 Esse é o de usar na rua, para meus trabalhos na rua. Está secando, pois acabei de lavar.


Enfim, é fácil usar calçados veganos, basta procurar, perguntar aos vendedores. Muitos vendedores, sem nenhuma prática de saber vender, já vão logo mentindo que o material é de couro, ou nem te dão atenção e vão lá pegar os de couro, pois na cabeça deles todas as pessoas só querem esse material. Mas a realidade está mudando.
Reconheça o calçado de couro: cheiro de curtume, ou seja, carne morta misturada com produtos fortes para conservar o couro. Nas costuras internas se vê as ranhuras, pelinhos da pele de vaca/ou de outro animal. Quando é um sapato usado, no caso do brechó, pode queimar um pedacinho interno, se não queimar é couro. Se queimar é sintético, mas com a prática você não precisa mais fazer essas esquisitices...
Hoje os sapatos sintéticos tendem a imitar o couro por isso possuem até as imperfeições da pele animal, mas confirme sempre com o vendedor e se ele não souber, troque de loja.
Você pode dar uma lida na caixa do produto, pode escrever para as marcas, não se acanhe: se você se preocupa com isso, é um consumidor consciente.
Vá treinando, não é chato, ao contrário, é um prazer fazer algo para você e para os animais. Investir em uma peça consciente é investir em si mesmo além do físico, além das pseudo tendências que insistem em nos enfiar pela boca.
Já tive calçados muito mais bonitos, ou mais feios, mas os que tenho hoje são os melhores pois foram escolhas conscientes.

sábado, 2 de abril de 2011

Moda: Use o que você tem! Guarda Roupa Vegano.

O modo como lidamos com o consumo é consequência da nossa época, mas consumir é um comportamento antigo, desde os nossos antepassados, coletores e outros, a escolha dos produtos está muito ligada a nossa vida diária.
Hoje vou mostrar um pouco do meu guarda-roupa e as minhas arrumações.
Um guarda-roupa vegano: como é??? É igual aos outros, com pequenas diferenças...A principal está na escolha consciente das peças, não usar couro nem peles de animais.
Boa parte dessas peças vem de brechós e são bem limpas e de ótima qualidade. Terninhos para reuniões de trabalho comprei tudo na Bichos e Amigos. Gastar uma fortuna com um terninho que se usa só em entrevistas de emprego e reuniões não dá....
A organização do meu guarda roupa contou com uma opinião masculina: a do meu marido.
quando eu era adolescente tinha umas roupas esquisitas, que me envelheciam anos e gostava delas. Mas com o tempo fui mudando e com isso meu comportamento e estilo mudaram, só eu não percebia...

Foi um dia que meu marido me deu umas aulinhas de como se vestir e achei muito úteis, coisa que nenhum blog de moda soube me orientar....eu sempre me vesti bem, mas o toque dele foi especial.

Usar roupas conforme minha idade, camisetas são peças que me deixam super elegante e eu tinha o maior preconceito com elas... hoje tenho muitas.

Minha sorte é ter uma sogra que me manda muitos presentes... roupas, calçados, bolsas... não preciso comprar nada...

Não uso couro e peles por respeito aos animais e pelo desgaste ambiental que o curtume provoca. O couro brasileiro não é aceito em países do primeiro mundo por causa da toxicidade. Aqui é objeto de moda, mas só para quem nao liga os pontos...além do que o cheiro do couro (pele morta) é de arrepiar. Mesmo com todos os produtos tóxicos para disfarçar e conservar o couro, o cheiro de pele morta não sai. E com o suor humano fica uma coisa nojenta, que só mesmo os mais distraídos não percebem. No nosso país tropical fica ainda mais ridículo, mesmo aqui no Sul. Não vivemos mais nos tempos das cavernas para usar peles (nem todos os povos usavam peles) E couro é pele! Sim.

Procuro comprar em brechós que ajudam animais e reciclo tudo o que posso. Sempre lavo minhas roupas após usar, embora sei que gasta energia, não consigo usar nada duas vezes, mas procuro usar produtos eco como sabão de coco e produtos não testados em animais. Sabão líquido também, pois o sabão em pó é muito mais tóxico e não lava bem.
Usar o que se tem já é um bom começo...
Boa parte dessas bolsas eu ganhei, comprei em brechós para ajudar animais ou da Thiane do Reino Gato, que faz peças lindas para ajudar animais carentes. O Guarda chuva é vendido no grupo Gatos e Amigos.
Cuide bem do que voce já tem. Invista em ótimas peças e capricho na lavanderia... nada de marcas embaixo dos braços e encardidos... manter as peças em bom estado significam economia e também consciência ambiental.

Pois as roupas usam recursos naturais como todas as outras coisas. Gasta-se água, energia, materiais diversos, trabalho de pessoas e combustíveis.
Jamais use couro e peles por respeito aos animais em primeiro lugar e por respeito ao ambiente.
Esses materiais poluem como poucos. O material sintético pode poluir também, mas há muitos materiais reciclados e a poluição é bem menor e não envolve o uso de animais, que é barbárie.
Use para complementar a lavagem, limão e vinagre branco. Além de eco são bactericidas e deixam a roupa limpa de verdade. Um pouco de desinfetante para os mais fanáticos por limpeza pode ajudar também. Compre um litro e vai durar uma eternidade. É só 10ml diluído em muita água e em casos específicos. 
Minha pilha de roupas para passar lá no fundo. Para usar todas as roupas vou usando, lavando e colocando naquela pilha para passar. Quando juntar boa parte, significa que usei todas as roupas. Ter roupa que não usa "é carma ruim" como foi dito na série MONK. Nas gavetas de plástico as camisetas de ativismo, nas 3 necessaires, sutiãs, calcinhas e lenços e na necessaire da Granado as camisolas de dormir.
As roupas de inverno. A sogra faz tricôs maravilhosos então tenho muita coisa... lindos demais. Guardo em sacolas para reaproveitar. Na caixa estão os panos para customização, etc. 99% das linhas de tricô são de algodão e sintéticos. Lã de ovelha é coisa do passado, ainda bem...
Aí estão as miudezas como colares, maquiagem, cintos etc. Guardo nessas caixinhas para reciclar e ter mais espaço.
Essa bolsa de lona ganhei da sogra. É super ampla e uso para dar aulas, quando preciso levar bastante material. É linda.
Sapatos depois que fiz uma geral e doei os que me machucavam como o All Star que adorava mas me machuvava sempre... No próximo post falarei sobre os calçados. Essas sacolas aí estão vazias, mas deixo aí de reserva para alguma coisa. Na preta guardo as meias.
Algumas bolsas e maletas. A maleta de gatos ganhei da sogra e essa roxa e de brechós e tem uns sininhos - super espalhafatosa e barulhenta, mas acho bem legal!. Ali no canto ficam as calças e saias. E onde tem esse papagaio da Claro (museu) tem umas coisinhas que comprei para presente e deixo ali de reserva pois sempre tenho a quem presentear. Essa echarpe pendurada é italiana e ganhei da minha amiga Maria Helena, super chic...


As marcas famosas são famosas pelo fetiche que causam aos mais sujeitos a aparências. Hoje em dia nem todas tem a qualidade que pregam.

Não adianta perguntar à vendedora da loja a procedência da roupa, assim como não vale perguntar ao açougueiro a procedência da carne (argumento de quem come carne e se acha ecológico). Pois eles não sabem disso e não tem obrigação de saber.

Continuar consumindo roupa desenfreadamente é a questão, e não apenas saber de onde vem o que você consome. Com a globalização, é praticamente impossível saber, então cuide do que você já tem e compre somente o necessário. Essa é a dica.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Moda: use o que voce tem!

Estou cansada de ouvir falar em tendências, modas, etc. A cada momento surge um novo blog de moda, mas não há muita originalidade.
Geralmente inspirados em celebridades que se vestem mal para caramba!
Roupas antiquadas com cara de moda, peles, couro, péssimo gosto, e principalmente falta de um estilo pessoal, fazem as pessoas parecerem manequins vestindo roupas iguais.
Meu guarda roupa: levei tempo para perceber o que me cai bem.
A moda a cada dia nos diz o que vestir e espera que gastamos o que não temos para ter a roupa do momento. Mas a mulher esperta não vai por aí. Investe seu dinheiro em coisas importantes e se vai se dar um mimo, não compra bobagens.
Tenho visto mulheres modernas se vestindo como suas avós. E se consideram super "In". Só que isso só cola para os 10% que estão antenados nesse assunto, que sinceramente não interessa muito, o restante vai ver uma vovozinha ali.
Sapatos: desses aí, já reduzi a metade por conta do conforto. Nenhum de couro.
A mulher é alvo de piadas por conta de ser apaixonada por sapatos, etc. Crescemos usando todo tipo de sapato, até que um dia nos damos conta de que nossos pés fazem parte do corpo. Tem gente que usa sapato sem meia, nunca consegui entender como conseguem.
E quando eu descobri que posso usar coisas bonitas e confortáveis, minha vida mudou!
Não uso couro, nem peles. Uso uma marca de sapatos super confortável que ganhei da sogra.
É feita em materiais sintéticos, reciclados e confortável como nunca vi!
Também faço uma visitinha a brechós pelos animais. Neste domingo terá o brechó da Bichos e Amigos. http://www.bichoseamigos.org.br/
Já comprei muitas roupas "de marca" que depois acabo revendendo.
Gosto de usar o que tenho!
E acho que um guarda roupa deve ser composto do que a gente usa.
Aqueles "básicos que todo mundo tem que ter" variam de pessoa para pessoa e não servem a todos os estilos de vida.
Quanto mais simples nosso estilo de vida, melhor. Mais seremos econômicos e elegantes e mais tempo teremos para o que importa.
No meu caso, é viver bem e ajudar os animais.
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