segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Me sinto ridícula - o amor adolescente

Para Marcio de Almeida Bueno
Com tesoura corto, tudo o que você me oferece
Paciência e Amor.
Ancestrais de outras eras, espelho de minhas tristezas.
Eu já perdi tanto
De minhas mãos
As palavras ácidas calam,
Escândalos tolos.
Sempre fui assim. O amor abrindo portas.
Meus pés pisando em pedras.
As lágrimas antigas brotam, do vazio profundo.
Me sinto ridícula/não sei escrever.
Exijo firulas, você me traz conforto.
Ellen Augusta

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